Vinte e sete. Um mês. Mais vale tarde do que nunca. Francisca july green. Eu e tu e todos os que conhecemos e viremos a conhecer. Os daft punk a tocarem em tua casa. Caramelos de fruta desfeitos em esferovite no chão aspirado. Histórias dos dias. Histórias de vida. Falo que não me calo ou confio. Uma triologia ablastezada. A busca. Ovos-moles. Queijo. Leite condensado. Crocante? Uma prata inesperada. A escuridão de um mercado colorido. Os poemas. Os traços da poesia pela acidez de uma menina doce. O destravar de emoções engatadas. Um tabuleiro de sons e imagens. O avião da girafa vegetariana. A despedida dos dias que não chegaram realmente a ser. De uma casa para um quarto. O ensaio de uma tromba que se traduz em sorrisos e danças. Outro mês e uma distância de dez anos de quilómetros. E os portishead nunca mais lançaram novo álbum.
28.9.07
26.9.07
25.9.07
22.9.07
na miséria
Os dizeres da D. Benedita* #11
«O vizinho caiu com o escadote e ficou todo escalabardado!»
*nome fictício para ocultar a verdadeira identidade da Lurdinhas
*nome fictício para ocultar a verdadeira identidade da Lurdinhas
20.9.07
O Alfredo permanece na sala de transplantes.
Para me abstrair da dor, penso em cores, penso em latas de tinta, idealizo puxadores, separo a roupa que pode ficar manchada, deito-me no chão, sento-me no chão, bebo batidos de after-eight-fora-de-horas, olho em volta e sinto-me quente. Quente pelos olhares que me acompanham e que nunca me deixarão partir. Perco-me em catálogos, reencontro-me em sonhos. Desperto para as mudanças de mais uma claridade. Apercebo-me da sorte que é ter a maior sorte do mundo. Penso em tintas. Penso em dias. Penso em meses. Penso em todos. E aqui dentro está-se tão bem. Só me falta o Alfredo, ainda na sala de transplantes.
Para me abstrair da dor, penso em cores, penso em latas de tinta, idealizo puxadores, separo a roupa que pode ficar manchada, deito-me no chão, sento-me no chão, bebo batidos de after-eight-fora-de-horas, olho em volta e sinto-me quente. Quente pelos olhares que me acompanham e que nunca me deixarão partir. Perco-me em catálogos, reencontro-me em sonhos. Desperto para as mudanças de mais uma claridade. Apercebo-me da sorte que é ter a maior sorte do mundo. Penso em tintas. Penso em dias. Penso em meses. Penso em todos. E aqui dentro está-se tão bem. Só me falta o Alfredo, ainda na sala de transplantes.
18.9.07
17.9.07
15.9.07
à catarina
pág.161.5ª frase
Na sua deambulação, estacava agora em frente de uma estranha pirâmide, da altura dum homem.
Na sua deambulação, estacava agora em frente de uma estranha pirâmide, da altura dum homem.
era bom que trocássemos umas ideias sobre o assunto,
mário de carvalho
mário de carvalho
& ainda
Hissing Fauna, Are You The Destroyer
of montreal!
14.9.07
mulher do caraças
Sem falsas modéstias, não obstante a humildade, estou muito orgulhosa de mim. Pelos tantos motivos todos somados e pelo panorama geral em que isso se torna.
Os dizeres da D. Benedita* #10
«Ò Fernando, tu não me viste com um olho ao peito?
Estiquei-me ao compridinho e fiquei com um olho ao peito!»
*nome fictício para ocultar a verdadeira identidade da Lurdinhas
Estiquei-me ao compridinho e fiquei com um olho ao peito!»
*nome fictício para ocultar a verdadeira identidade da Lurdinhas
12.9.07
10.9.07
Os dizeres da D. Benedita* #9
«Então não é que morreu o pássaro velho! Ele andou ali ‘vai que não vai foste’ e hoje apareceu morto!»
*nome fictício para ocultar a verdadeira identidade da Lurdinhas
*nome fictício para ocultar a verdadeira identidade da Lurdinhas
não sou eu, és tu.
Agradeço que não vás ao funeral. Espero que não aguardes pela minha ausência para entrar naquela igreja com semblante penitente. Agradeço que não beijes os meus pais quando não estiver a olhar. Espero que não forces uma lágrima ao olhar em redor. Agradeço que não olhes sequer para o caixão. Deixa-me pelo menos morrer em paz.
9.9.07
8.9.07
states
o terceiro sexo
Um agente da PSP e uma mulher morreram esta manhã num acidente de viação na A8 em Óbidos.
Primeiro Jornal,
Sic. 8.9.7
7.9.07
6.9.07
5.9.07
4.9.07
eu piratearei, tu piratearás, nós piratearemos!
naquela noite não éramos mais que meia dúzia – já o concerto tinha tido pouca afluência. era uma rua escura e, para mim, desconhecida, que servia de acesso às traseiras do coliseu. demorou cerca de uma hora para que o neil hannon aparecesse. passou por nós, dentro da carrinha, e acenou com um esgar arrogante. tinha uns dezoito anos. éramos poucos. não lhe tinha custado nada. irada, fiz nessa noite a promessa que nunca mais compraria um álbum deles!
a gang of four é bonita e é gira e é fixe e também é linda!
receptividade - nem sequer é uma palavra que use muito!
a influenciar externamente!
já está disponível o 021# podcast do .....BitSound e o zito deu-me o privilégio de poder meter a minha colherada! é com grande orgulho que 11% deste podcast é da minha [dúbia] responsabilidade! [ou seja, uma música!]
cinquenta e três around bar tables!
[antes de esvaziarem os bolsos, prestem bem atenção ao que vão deitar fora!]
realmente, só um homem de café de loucos daria um euro por uma BICA!
realmente, só um homem de café de loucos daria um euro por uma BICA!




















