28.11.08

e cães

invulgaridades

já está em linha o sítio da LUGAR COMUM!
deliciosamente designado pela Joana Corker!

53 no gulbenkian!


Os dizeres da D. Benedita #106

«A filipa era tão patusca quando começou a andar! Era uma coisa muito pequenita lá em baixo!»

25.11.08

Os dizeres da D. Benedita #105

«A minha [tabela] está toda escalabardadinha!»

24.11.08

vai-te habituando


Beawiharta Beawiharta, reuters

Os dizeres da D. Benedita #104

«As minhas meninas às vezes fazem uma ratadice…»

21.11.08

os dizeres da D. Benedita #103

«Agora pareço um burro... volta que não volta ando com a boca aberta!»

20.11.08

Chiquita Chandelier



o maior nome do mundo das bananas, também significa uma enorme contribuição para desperdício de cartão, quando deitado fora. A designer anneke jakobs foi recolhendo estas caixas abandonadas enquanto estudante e agora com apenas dez caixas faz estes belos candeeiro!

And now for something completely ...interesting!*


Monty Python já têm canal no Youtube



*notícia e título do pedrinho!

diário de bordo #10



moscovo em coimbra* e ninguém me diz nada?!

recebi, numa conta que já não consulto com muita regularidade, um daqueles mails inacreditáveis, que estaria a ser divulgado pela Polícia de Segurança Pública. Lembrando-me de já o ter recebido noutra ocasião, simplesmente me preparava para o apagar quando a sequência de palavras teatro-gil-vicente me captou a atenção. Li o mail e deixo-vos transcrita a parte mais hilariante de um pedaço de xenofobia por parte de quem tem demasiado tempo livre e uma boa dose de imaginação.

Cuidado com os ucranianos que estão nos sinais em Braga, Porto, Coimbra, Lisboa, Esposende, Viana do Castelo - Máfias de Leste. Há dias 10 indivíduos deram um concerto de Musica sinfónica em apoio aos emigrantes de leste no teatro Gil Vicente em Coimbra. Depois de se apagarem as luzes para se dar inicio ao concerto, um deles sacou de uma metralhadora, enquanto os outros faziam a colecta dos bens e dinheiro transportado pelos espectadores. Acabado o trabalho, fugiram pelos bastidores. Alertadas as autoridades, qual não foi o espanto ao saber-se que este grupo tem dado concertos semelhantes noutras cidades de província com o mesmo resultado. Aconteceu na semana passada na Av. Marechal Gomes da Costa no Porto em plena luz do dia.


*just another cidade da província!

punk's not dead, panda's not dead

[She's just gone to bed*]


* darren hanlon

obrigada ao pedrinho por mais um pandinha [punk]!

respirar fundo pelas ruas da cidade

{hoje, vou almoçar ao choupal. respirar faz-me tão bem}

Portugal sofre 6 golos 53 anos depois


A Selecção Nacional não encaixava 6 golos de nenhum adversário há mais de 53 anos. A última vez que aconteceram números desta dimensão foi precisamente no mesmo dia: 20 de Novembro de 1955, em Lisboa, frente à Suécia e, curiosamente, também precisamente pelo mesmo resultado (2-6). Tratou-se, na altura, de um jogo particular.
alerta da diane e da miss corker

Os dizeres da D. Benedita #102

«ò micas... apaga a vela!...»

19.11.08

diário de bordo #9



existe uma palmeira abandonada junto à estrada e

eu sou uma pessoa humilde a comer iogurtes

os dizeres da D. Benedita #101

«não havia aquecimento! mas eles [os avós] eram tesitos e aguentavam!!!»

stereo parents

Já ouvi balas e mísseis a voarem sobre mim numa cidade demasiado longe, onde tu nunca irás. Vou dar-te dinheiro a ganhar e tu vais poder visitar a Veneza onde nunca foste, as Bermudas da água e sol, o sexo de Banguecoque. Vais a esses lugares todos e levas a mulher atrás, voltas, estás feliz, trazes fotografias, vais poder dizer que não percebes porque é que algumas ficaram pretas, estás feliz.
mono parentes, jorge vaz nande

18.11.08

diário de bordo #8



premonições pela indústria farmacêutica
salpicando os dias com cor antes que os varredores cheguem e levem tudo e não deixem nada

17.11.08

diário de bordo #7


o meu umbigo diz que eu digo
basta reparar bem no que rodeia

duzentos e doze*

é que com isto da informática tudo se regista, do mais importante ao mais insignificante. desde as coisas do estado até à rotina dos adolescentes. e muito do que se regista não será mais consultado. porque não haverá ninguém com interesse ou sequer com tempo para o fazer. que angústia. é como haver muita gente a querer deixar uma marca para o futuro e o futuro estar sobrelotado.


o apocalipse dos trabalhadores, valter hugo mãe


faz hoje quatro anos que o cinquenta e três começou. quatro anos, 2351 posts. muita estupidez. um blog [este, pelo menos] torna-se um diário de vida. explicitamente ou não, escreve-se aqui o que vai na alma. o que vai no mundo. o que vai na vida e os devaneios ocasionais. em quatro anos viveu-se já de tudo um pouco. nascimentos, mortes, alegrias e tristezas. recordações, dedicatórias, homenagens e egocentrismo [essencialmente egocentrismo]. doenças e músicas. amores e fotografias. amizades e os famosos dizeres da D. Benedita! por vezes preferia nunca o ter começado, na prática não consigo viver sem ele. não o considero um blog imperdível. não é para qualquer um que é cativante. não faz as pessoas sorrirem durante o dia ou ficarem à chuva a falar sobre como dele gostam, não faz ninguém querer vir morar para a minha cidade, mas sei que há algumas pessoas muito queridas que realmente gostam dele e aqui vêm com regularidade. obrigada a todos.


*4x53

16.11.08

diário de bordo #6



o r.c. também comenta no canal
porque o silêncio era pedido pela concentração, hoje experimentei cozinhar de auscultadores

Os dizeres da D. Benedita #100!!!

«Tomo-a por uma rapariga nova, com sanguinho na guelra!»


[especialmente dedicado à busycat]

o sol. os dias. as idas.

Summer in winter
Winter in springtime
You heard the birds sing

Everything will be fine

I spent the summer wasting

The time was passed so easily

But if the summers wasted

How come that I could feel so free

I spent the summer wasting

The sky was blue beyond compare

A photograph of myself

Is all I have to show for

Seven weeks of river walkways

Seven weeks of staying up all night
[...]



a summer wasting, belle and sebastian

15.11.08

diário de bordo #5



para meninas de olhar triste que gostam de ouvir a água correr
portobelo é tudo um pouco

como o pão com manteiga



14.11.08

diário de bordo #4



bolas...

será?! e será que quem neles escreve sabe?!

Se são alguma coisa, os weblogs são meios, não são fins. Quem neles escreve procura-se, não se revela.
aburrecer, insónia de henrique fialho

david morrissey's de trazer por casa!

coisas que a sãozinha diz

Não tens aquelas trancas interiores para as persianas? […] deves sempre usá-las!
Bem… se os ladrões quiserem entrar conseguem na mesma, mas sempre demoram mais!

From 0 to 100 in 7,2 seconds


13.11.08

não mata, mas mói

tinha apontado num papelinho, daqueles que trago nos bolsos, o nome de Thomas Bernhard e não consigo descobrir porquê...

diário de bordo #3




a d. rosa é uma santa
estou a pensar seriamente em bacalhau com natas
o atum é fã do ikea
estou mesmo apaixonada pela d. rosa


o mundo é muito pequeno e coimbra é um bidé

ontem, jantando em casa de meus pais, ao finalizar a refeição, minha mãe pergunta-me se quero um pedacinho de um doce regional! já bem jantada, mas não querendo fazer a desfeita, aceitei, desde que fosse só mesmo um bocadinho. minha mãe apresenta-me este pequenino doce com um sorriso trocista dada a clara dificuldade em só me servir um bocadinho de já tão pequena iguaria! ainda me deliciava com o fantástico sabor quando minha mãe, de pé junto a mim a observar a minha satisfação, mais uma vez de sorriso nos lábios, como quem me vai desvendar o terceiro segredo de fátima, m'indaga: sabes como se chama esse doce?! "beija-me depressa"! sorri a tão espirituoso nome e perguntei-lhe de onde o tinha trazido. foi de tomar! e hoje, vim aqui descobrir que foi a bisavó de um amigo e seguidor fiel do cinquenta e três que inventou este doce pertencente à por si fundada doçaria: Estrelas de Tomar!!! e esta, ein?!

cinquenta e três around financial times



Petróleo acentua queda e atinge os 53 dólares em Londres



jornal de negócios & miguel[inho] coutinho

Os dizeres da D. Benedita #99

«foi operado aos fundilhos! deviam estar estragados...»

12.11.08

diário de bordo #2



beija-me depressa
dos meus maiores pecados, a água que gasto no banho


Os dizeres da D. Benedita #98

«eu cumprimentei-a e ela, nem preta, nem branca, não me ligou nenhuma!»

a ver

nova iorque - a arte de rua no apoio à campanha de barack obama

one of you betrays us 150,000 times every year


campanha de uma organização internacional de apoio animal

anda tudo em festa

11.11.08

diário de bordo #1



queimei a língua a beber um chá demasiado quente.
tinha os pneus de trás um pouco vazios.


I'M A BAD AMBASSADOR*



I wanna get you high
Don't ask me why
It's just something I've got to do
I'll try to make it up to you
[...]
I wanna show you so much more
Yeah I could show you so much more
But I'm a bad ambassador
Well, maybe some other time...


porra para esse dia

quando era catraia ficava possessa quando perguntava algo ao meu pai e ele, no lugar de me mandar buscar um dos volumes da enciclopédia, ou de simplesmente me explicar, me dizia "um dia vais entender". eu não queria entender um dia, eu queria entender ali, naquele momento!!! por vezes insistia tanto que ele lá acabava por me tentar explicar, mas insistia sempre que um dia é que eu iria realmente compreender. ainda hoje me dizem que um dia vou ver, um dia vou compreender, um dia vou saber. já não fico possuida, fico triste... só espero não morrer antes de chegar esse famoso um dia de que me falam há tantos anos!

pensava que hoje era um dia que afinal não é.

10.11.08

cinquenta e três na história do mundo



a ana e o jer já me tinham chamado à atenção e hoje a martinha deu-me a sacudidela final!

A SPA pelas ruas da cidade

Quando era catraia ia à missa com os meus pais, à porta da igreja de santa cruz estava usualmente um senhor cego a pedir esmola. Entoava ciclicamente um Tenham dó e caridade ao auxiliar o ceguinho. Uma esmola bem empregue para quem não vê a luz do dia, senhor! Desde essa altura e até aos dias de hoje que, nos dias úteis, este senhor se encontra a entoar a mesma ladainha numa pequena rua da baixa de coimbra! Desde cedo decorei, não só a cantilena, como, a entoação que lhe dá. As pessoas mais próximas de mim ouvem-me com regularidade imitá-lo. As que trabalham comigo, coitadas, ouvem-me, pelo menos, uma vez por semana. Nos dias de hoje frequento pouco a rua onde costuma estar, mas da poucas vezes que lá passo e o vejo [e ouço!!!], deixo-lhe sempre uma moeda grande na castanha base plástica de vasos que usa para recolher esmolas. A moeda que lhe costumo dar não é uma esmola. A moeda que lhe costumo dar é uma espécie de paga por direitos de autor.

Os dizeres da D. Benedita #97

«eles têm sido tão pândegos! namoram uma data de tempo, depois chateiam-se, depois namoram outra vez...»

[for free]

Os dizeres da D. Benedita #96

«Esta senhora escreve tão bem como eu ao domingo.»

calmante natural

há pessoas que dizem que sou demasiado pacífica, me perguntam como é que tenho tanta calma em relação a certas pessoas, acham extraordinária a paciência que tenho para certas coisas. Aqui fica um pouco do segredo, aquilo que me passa inúmeras vezes pela cabeça em situações pré-explosivas, de extenuação ou mesmo vulgares:



a imagem que tão perfeitamente ilustra fonte de estados de espírito é da miss k e podem encontrá-la no seu gatilho!

Os dizeres da D. Benedita #95

«Isto é uma pessegada do caraças!»

Just you stood there only in your underwear*


Romeo Ranoco, reuters
15 de outubro de 2008, filipinas


*underware, pulp

Os dizeres da D. Benedita #94

«Para [cirurgia] plástica cá precisava destas voltas?! Para plástica tem a domplex ali ao lado!»

banksy por um milhão



Os dizeres da D. Benedita #93

«Olha eu com pendentes… está quieto à micas!»