30.1.10
dia mundial do pai xico
Surgiu-me uma dor de dentes a um domingo de manhã, passavam 2 ou 3 dias do natal - veio-se a descobrir que um
27.1.10
Os dizeres da D. Benedita #216
«Se eu ficasse em casa de cada vez que me dói o ilhó, estava desgraçada!»
26.1.10
a tese de doutoramento do miguel
25.1.10
os dizeres da D. Benedita #215
21.1.10
coisas que eu leio no meu mail quando a marilyne me escreve e que me tocam no coração
«porque isso da amizade tb se cultiva e tu és como um lindo pinheiro.»
19.1.10
coisas
17.1.10
16.1.10
Os dizeres da D. Benedita #214
13.1.10
gunas, mas em dolce e gabbana
Domingo, num centro comercial da cidade do porto, uma rapariga, dos seus vinte-e-alguma-coisa anos, de aspecto pseudo-aristocrático, compridos cabelos loiros apanhados num rabo-de-cavalo e formal casaco preto, fitou-me durante alguns segundos e perguntou-me, em tom provocatório - e algo agressivo – elevando o queixo, como os cães quando latem, “Estás com algum problema?!”.
Eu, que me deliciava pacífica e sorridente com um crepe de banana com chocolate, podia ter-me aproveitado da aparente boa vontade da jovem em ajudar-me nalguma dificuldade, para lhe expor toda a problemática imposta pelo comércio imobiliário. Os factores que inflacionam os preços deste mercado na cidade de coimbra, os spreads que os bancos praticam numa fase que o euribor atinge mínimos históricos, ou mesmo os acidentais ímpetos do meu manel no que toca a propostas de compra!
Mas, no meu alheamento àquela ambiência, e com o intuito de não dar demasiada confiança a uma estranha total, respondi-lhe apenas, com a calma de quem tem ainda a boca amaciada pelo chocolate, “Nada em que me possas ajudar, de certeza!”
considerações
11.1.10
That's the spirit!!!
Capote alentejano é moda na Europa
por Lusa

José Alpedrinha orgulha-se de vender para França, Inglaterra e Canadá mas não deseja a popularização em demasia.
Os longos e quentes capotes alentejanos são por esta altura do ano muito procurados para fazer face às baixas temperaturas, mas nem todos se podem proteger da "cabeça aos pés" envergando este traje que já se exporta e chega até Paris, Londres ou Estados Unidos.
A única fábrica de capotes no sul do país localiza-se na freguesia de Santa Eulália, no concelho de Elvas. É ali que centenas de capotes começam a ser confeccionados logo no Verão para que nesta altura do ano possam ser vendidos.
José Alpedrinha (na foto) começou a fazer capotes quando tinha apenas 18 anos de idade. Aprendeu com o pai que era alfaiate e dirige a empresa alentejana que já assinala cinquenta anos de actividade. Na época alta de produção fazem entre quinze a vinte capotes por dia. Neste Inverno, a fábrica de José Alpedrinha já confeccionou mais de 700 capotes. "Já chegámos a ter na empresa 70 trabalhadores. Agora são só sete", conta José Alpedrinha, ao mesmo tempo que acrescenta que "o negócio vai bem e não tem sentido a crise". Os preços variam entre os 200 e os 300 euros, sendo mais caros os que têm gola de raposa.
O capote alentejano foi deixando as verdejantes planícies alentejanas e instalou-se no guarda-roupa das grandes cidades da Europa e metrópoles mundiais "há capotes feitos por mim em Paris, Londres e até na América, principalmente no Canadá onde faz mais frio".
Apesar do sucesso, José Alpedrinha recusa vulgarizar o uso desta peça, "gostava que se conservasse selectivo. Não concordo que seja generalizado e que cause impacto pela sua popularidade". José Alpedrinha orgulha-se de já ter vestido o capote alentejano a diversas individualidades. "O doutor Mário Soares, Jorge Sampaio, José Saramago, entre muitos outros".










