31.1.10


30.1.10

dia mundial do pai xico


O pai xico festeja hoje mais um aniversário! Continua com espírito jovial, cheio de saúde, cheio de boa disposição, o inevitável carinho e a conduzir como se estivesse num rally! Poderia apenas aqui colocar um fotografia, mas - pelo menos pela rita que gosta de chorar a ler o que escrevo - deixo também aqui mais uma pequena história vivida pela dupla franciscana!

Surgiu-me uma dor de dentes a um domingo de manhã, passavam 2 ou 3 dias do natal - veio-se a descobrir que um
carniceiro dentista me tinha chumbado um dente infectado... a minha cara começou a inchar até se assemelhar à de um mostro daqueles mesmo feios... consultado um dentista [a sério] não havia muito a fazer... era necessário tomar antibióticos e só seria possível actuar quando a infecção cessasse. durante esses dias eu mantive-me na cama, porque, para além das dores, não conseguia ingerir comida sólida [muito nestum mel comi eu...] o que me tornava frágil para sequer andar de pé. de qualquer forma, eu estava tão monstruosa que também não queria que ninguém me visse. à óbvia excepção do pai xico que permanecia como meu enfermeiro particular. o pai xico deu-me uma pequena corneta de lata que eu deveria soprar sempre que precisasse de auxilio e ele viria logo a correr! uma noite senti uma sede insuportável, mas não tive força suficiente para soprar na corneta de modo a que ela fizesse barulho... conformada com a minha situação, levantei-me da cama e fui até à cozinha, enchi um copo de água e tirei gelo do congelador - porque, apesar de serem os últimos dias de dezembro, eu estava cheia de calor - provavelmente estaria também febril. quando tirei o gelo, percebi que iria desmaiar em breve [já nesta altura eu controlava muito bem a minha condição], e fui a correr pelo corredor a fora a tentar atingir a cama antes dos meus sentidos se ausentarem. cheguei à porta do meu quarto, mas foi só mesmo aí. desmaiei e caí para cima de uma cadeira que provocou o barulho suficiente para que o meu pai acordasse e viesse em meu auxilio. pegou-me nos braços, levou-me para a cama, foi-me buscar o copo de água com gelo. percebendo que a corneta era falível, trouxe-me uma campainha, que bastaria sacudir - como a um pacote de açúcar - para que ele surgisse logo . no 31 de dezembro à noite já me sentia melhor e tinha a cara quase decente! ouvia o meu pai na sala de jantar a ver televisão. levantei-me devagarinho, fui-me auxiliando nas paredes e fui para junto do meu pai no sofá. ele que festejava ali a passagem do ano, enquanto enfermeiro chefe, da enfermaria do meu quarto, foi desfiando o leitão em quase fios de cabelo para que o conseguisse ingerir. era a minha primeira refeição sólida ao fim de vários dias. e ali mudámos de ano juntos. a ver televisão e a comer leitão desfiado.

27.1.10

sundance spotlight surprise!!!



banksy agora na 7ª arte! take a look at the trailer

Exit Through
The Gift Shop

Os dizeres da D. Benedita #216

«Se eu ficasse em casa de cada vez que me dói o ilhó, estava desgraçada!»

26.1.10

let's have a party



faltam 53 dias para a primavera!!!!!!!!!!!

a tese de doutoramento do miguel

Según Javier Giraldo (1996: 68), desde la fundación de la Unión Patriótica (UP) en Noviembre de 1985 un miembro o apoyante de este partido fue asesinado a cada 53 horas.

não tenho nadinha que calçar #36 do japão


25.1.10

os dizeres da D. Benedita #215

«Estava sentadinha na barra da cama a meter remédio para as formigas! Meti tanto remédio, tanto remédio que elas devem ter morrido até à 5ª geração!»

22.1.10

(2)HM01/10 nous attendons à un bon été

Photobucket

* Faubourg Saint-Denis, Paris je t'aime

21.1.10

coisas que eu leio no meu mail quando a marilyne me escreve e que me tocam no coração


«
porque isso da amizade tb se cultiva e tu és como um lindo pinheiro.
»


19.1.10

coisas

gostava de partilhar convosco - que fiz ontem pela primeira vez pão na máquina que me ofereceram há já mais de quatro meses - que senti um carinho genuíno pela máquina quando esta começou a misturar os ingredientes, em pequenos ciclos ligeiramente ruidosos - que o primeiro pão que fiz foi de sementes e que nem ficou nada mau [há seis pessoas que podem confirmar isto] - que hoje bebi o segundo café da minha vida! - que dei hoje pela primeira vez sangue sem desmaiar e que isso provoca uma inexplicável felicidade em mim - que no final do dia adornei a minha cabeça com uma bandolete branca e fui assistir a uma conferência pelo arquitecto de azevedo e silva - que formei, também hoje, uma sociedade secreta - que fui ao dicionário confirmar se era assim que se escrevia bandolete e fiquei na mesma

18.1.10


é assim que o Atum fica quando há promoções na gang of four!

mais promoções no sítio do costume [que não é o pingo doce]

Photobucket

17.1.10

à la facebook


Francisca Moreira comeu 4 crepes de chocolate enquanto António esfregava um olho!

16.1.10

mais vale prevenir do que remediar!

Os dizeres da D. Benedita #214

«O condutor era daqueles que vai sempre a enxugalhar a gente! Aquilo mais parece que vamos de barco do que de trólei!»

13.1.10

não tenho nadinha que calçar #35 quando vou à disco


gunas, mas em dolce e gabbana

Domingo, num centro comercial da cidade do porto, uma rapariga, dos seus vinte-e-alguma-coisa anos, de aspecto pseudo-aristocrático, compridos cabelos loiros apanhados num rabo-de-cavalo e formal casaco preto, fitou-me durante alguns segundos e perguntou-me, em tom provocatório - e algo agressivo – elevando o queixo, como os cães quando latem, “Estás com algum problema?!”.

Eu, que me deliciava pacífica e sorridente com um crepe de banana com chocolate, podia ter-me aproveitado da aparente boa vontade da jovem em ajudar-me nalguma dificuldade, para lhe expor toda a problemática imposta pelo comércio imobiliário. Os factores que inflacionam os preços deste mercado na cidade de coimbra, os spreads que os bancos praticam numa fase que o euribor atinge mínimos históricos, ou mesmo os acidentais ímpetos do meu manel no que toca a propostas de compra!

Mas, no meu alheamento àquela ambiência, e com o intuito de não dar demasiada confiança a uma estranha total, respondi-lhe apenas, com a calma de quem tem ainda a boca amaciada pelo chocolate, “Nada em que me possas ajudar, de certeza!

party aninal!!!

considerações

A D. Rosa trata o Atum e a Sardinha por o grande e o pequeno, respectivamente! Acha que a sardinha é pela paz e constata que o atum se esgueira muitas vezes p'ra baixo da cama!

11.1.10

the end of the world as we know it

That's the spirit!!!

Capote alentejano é moda na Europa

por Lusa

Capote alentejano é moda na Europa

José Alpedrinha orgulha-se de vender para França, Inglaterra e Canadá mas não deseja a popularização em demasia.

Os longos e quentes capotes alentejanos são por esta altura do ano muito procurados para fazer face às baixas temperaturas, mas nem todos se podem proteger da "cabeça aos pés" envergando este traje que já se exporta e chega até Paris, Londres ou Estados Unidos.

A única fábrica de capotes no sul do país localiza-se na freguesia de Santa Eulália, no concelho de Elvas. É ali que centenas de capotes começam a ser confeccionados logo no Verão para que nesta altura do ano possam ser vendidos.

José Alpedrinha (na foto) começou a fazer capotes quando tinha apenas 18 anos de idade. Aprendeu com o pai que era alfaiate e dirige a empresa alentejana que já assinala cinquenta anos de actividade. Na época alta de produção fazem entre quinze a vinte capotes por dia. Neste Inverno, a fábrica de José Alpedrinha já confeccionou mais de 700 capotes. "Já chegámos a ter na empresa 70 trabalhadores. Agora são só sete", conta José Alpedrinha, ao mesmo tempo que acrescenta que "o negócio vai bem e não tem sentido a crise". Os preços variam entre os 200 e os 300 euros, sendo mais caros os que têm gola de raposa.
O capote alentejano foi deixando as verdejantes planícies alentejanas e instalou-se no guarda-roupa das grandes cidades da Europa e metrópoles mundiais "há capotes feitos por mim em Paris, Londres e até na América, principalmente no Canadá onde faz mais frio".

Apesar do sucesso, José Alpedrinha recusa vulgarizar o uso desta peça, "gostava que se conservasse selectivo. Não concordo que seja generalizado e que cause impacto pela sua popularidade". José Alpedrinha orgulha-se de já ter vestido o capote alentejano a diversas individualidades. "O doutor Mário Soares, Jorge Sampaio, José Saramago, entre muitos outros".

5.1.10

descarga

eu odeio as alfândegas. eu odeio as alfândegas. eu odeio as alfândegas. eu odeio, odeio, odeio, odeio as alfândegas! eu odeio as alfândegas! eu detesto as alfândegas! eu quero que as alfândegas tenham pedras nos rins! eu abomino as alfândegas. eu quero que as alfândegas morram com os pés descalços!!! eu odeio as alfândegas! odeio. odeio. odeio. odeio. eu quero que as alfândegas caiam num poço de ácido! eu odeio-as!!! odeio as alfândegas!!!