Desde que o meu chefe 1 passou a ser chefe, deixou de se vestir sempre todo de preto e de usar correntes.
29.1.13
28.1.13
27.1.13
Os dizeres da D. Milú #263
«Picou-me duas vezes... Diz que agora vou ficar com o braço todo negro e vou ter dores. Pudera... ela escangalhou-me a bainha...»
26.1.13
And now… for something completely serious!
Existe
uma doença chamada Endometriose que é
desconhecida da grande maioria das pessoas [eu também não a conhecia,
até ser
diagnosticada a uma amiga...]. Mesmo dentro da classe médica, há muitos
que ainda
não a compreendem! É fácil de diagnosticar, mas tratá-la ou controlar as
dores
ou danos colaterais é mais difícil… Esta doença pode ser precocemente
detectada quando uma adolescente se queixa de fortes dores menstruais.
Estas
dores não são normais, como muitos médicos ainda assumem. São causadas
pela Endometriose e podem levar a consequências física e
psicologicamente graves.
Sendo a infertilidade uma das piores.
Para que as pessoas tenham conhecimento desta
doença. Para que se mudem as consciências. Para que haja mais investigação
médica. Para que se minimizem os estragos que pode provocar; É necessário que a
doença seja reconhecida. É por isso que existe agora uma petição para o “Reconhecimento Legal do Dia Nacional da Endometriose.” que vos convido a
assinar. Por todas as pessoas que já sofrem desta doença. Por aquelas que podem
vir a sofrer e por aquelas que, mesmo sem saberem, já sofrem. Pode ser o meu caso,
ou o teu… [se fores uma rapariga e estiveres a ler isto!]
25.1.13
Não sou nada, nunca serei nada. Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todo o sono do mundo.*
Um dos meus propósitos para 2013 era dormir mais.
Dormir, pelo menos, sete horas por noite.
Mas as
semanas anteriores não têm sido diferentes desta.
Domingo
para segunda-feira: 5,5h
Segunda
para terça-feira: 5,5h
Terça para
quarta-feira: 6h
Quarta para
quinta-feira: 5h
Quinta para
sexta-feira: 5,5h
Estou quase
lá…
*uma
adaptação franciscana da Tabacaria de Fernando Pessoa
Sornaria de Francisca Moreira
24.1.13
Crónicas de uma mal empregada #3
O meu chefe 1 esta noite sonhou que estava no
colombo e dava duas chapadas no Proença. Ele nem conseguiu dormir! Ele nem
conseguiu dormir…
Deve ter sonhado acordado…
flops
Há duas coisas que eu não consigo ser por muito que tente...
- Formal
Mesmo quando tento ser formal, não sou!
Mesmo quando tento ser sucinta, não consigo!
23.1.13
Somos homens, somos ratos...
«O JN adianta que o idoso ao cair bateu com a cabeça no chão e a queda
provocou-lhe um traumatismo que acabou por ser fatal. Já o agente da PSP
que conduzia o carro envolvido no acidente ficou em choque com o
sucedido e, depois de saber que o idoso era o pai do cantor Paulo Gonzo,
quis encontrar-se com o artista para lhe pedir desculpas, num encontro
que foi “muito emotivo”, de acordo com a mesma fonte.»
Eu espero sinceramente que o agente se quisesse encontrar com o filho do idoso fosse ele quem fosse...
nem tudo o que luz é ouro!
Num artigo sobre as 10 marcas que nunca deviam ter feito sapatilhas, encontramos umas apple! Sim! Umas apple!
When Steve Jobs was out, Apple stepped up and laced their employees with
sneakers to hit the gym in. Thankfully Jobs came back and refocused the
company's direction and we all ended up with iPhones and iPods instead
of these bad boys. Heck, even Jobs himself wore New Balance.
desculpa
- É a triste verdade, meu caro. Uma pessoa não tem outro remédio senão fazer mal a quem tem à mão.
Feira popular, Homens-Aranhas, Rui Zink
[repost]
19.1.13
S'eu fosse presidente...
duma grande empresa de telecomunicações, escolheria melhor as pessoas que colocava no atendimento por chat!

Crónicas de uma mal empregada #1
O meu
chefe 1 cortou o cabelo [está pelas orelhas, já não está pelos ombros] e pintou-o
novamente de preto [já não se vêem aqueles 10cm de cabelo branco a brotarem do
cocuruto e a desmaiarem no preto anterior].
Quando a vida te dá cebolas cortadas ao meio, em vez de chorares, faz uma salada e partilha-a com os teus amigos.
![]() |
| roterdão, dezembro 2012 |
Infelzimente não consigo ganhar a vida só a fazer aquilo que gosto. Por esse motivo tenho de ter um emprego fora da(s) minha(s) área(a). Durante muitos anos esse emprego, apesar de não ser o ideal, era extraordinário! O grupo de pessoas com que trabalhava e a mulher que nos chefiava faziam com que os dias fossem mais leves. Fiz amigas para a vida. Dei alguma coisa e recebi imenso. 90% dos dias, eram sete horas muito bem passadas. Seria impossível contar as gargalhadas que partilhámos. Conciliava-se o trabalho com a convivência. A camaradagem era excepcional e fazia com que tudo corresse muito bem. Aprendi muito. Especialmente sobre as pessoas. Acho que ajudou a tornar-me alguém melhor.
Infelizmente, em 2012 [esse ano de merda que já enterrei], com a reforma da mulher com m maiúsculo que era a minha chefe, houve mudanças drásticas. Para pior. Para muito pior. Para níveis absurdos. Passou de paraíso a inferno. No início foi muito difícil suportar a mudança, o desassossego e mesmo as ilegalidades. Foi uma revolta única. Com o tempo [quase um ano...] comecei a aceitar e a aprender a lidar com tudo isto. A vida não está fácil para arranjar empregos e enquanto não acabar mais um curso, que espero que me abra novas portas, terei de suportar isto. Eu já sabia que 2013 ia ser um bom ano, mas também sei que tenho de ajudar! Por esse motivo, achei que se partilhasse o meu inferno, o mesmo se tornaria mais fresco, eu o encararia melhor e daria a terceiros a oportunidade de rirem com a surrealidade em que estou submersa naquele sítio.
Nasce hoje aqui uma nova rubrica. Crónicas de uma mal empregada. Sejam bem-vindos!
Nasce hoje aqui uma nova rubrica. Crónicas de uma mal empregada. Sejam bem-vindos!
17.1.13
exercícios de desprendimento
Continuas uma flor, Francisca! Uma flor colorida que desponta entre as
folhagens verdes. Talvez o teu mel esteja mais agri-doce agora, mas não
há princípio nem há fim. Tu já estavas lá nos teus nove anos e eles
estão em ti agora.
A.M.
Hoje escreveram-me um poema! Não sei se é o poema em si que me entusiasma mais, se é simplesmente o facto de alguém hoje me ter escrito um poema! É possível que haja um empate. Obrigada Alice Vieira!
16.1.13
Os meus passarinhos!
Ainda ontem se estavam a esconder atrás das asas para ninguém os ver e já vão na quinquagésima terceira newsletter!
TICAP*
O pai Xico, que faz 72 daqui a 15 dias, agora usa o correio electrónico [todos os dias! As sms para ele são demasiado 2012]! E até já insere emoticons nos mails!
A Sãozinha, com 66 e meio e que eu nunca vi mexer num computador, comprou um tablet!
Qualquer dia estão a programar em java só para gozar comigo...
*Tecnologias da informação e da comunicação aplicadas aos pais
A Sãozinha, com 66 e meio e que eu nunca vi mexer num computador, comprou um tablet!
Qualquer dia estão a programar em java só para gozar comigo...
*Tecnologias da informação e da comunicação aplicadas aos pais
adenda
Afinal o senhor francês, que encontrou o meu telemóvel no chão de um avião é português. Um emigrante português em França.
esperar mais um ano
“If somebody told me in 1981 that it would take 13 years to get
recognized, I would have been horrified. I guess it was self-belief that
kept it going all the time, because for a long time nobody else seemed
to like it. But we thought we were doing something that was worth doing,
so we kept doing it and hoped that the world would come round to our
way of thinking.”
Jarvis Cocker
15.1.13
9.1.13
EasyBombing
Na sexta-feira, 28 de Dezembro de 2012,
[muito] de manhã voei para o estrangeiro com a EasyJet. Quando entrei no avião
desliguei o telemóvel, segundo as regras. E dormi toda a viagem, segundo a
minha vontade! À chegada, duzentos metros após sair do avião, apercebi-me que
não tinha o telemóvel comigo – entre o desligá-lo e o adormecer devo tê-lo
deixado no/entre o(s) banco(s). Por mero acaso fomos as últimas pessoas a sair
do avião, por isso não deveria haver problema em recuperá-lo.
Pensávamos nós!
Os funcionários locais não nos permitiram
voltar ao avião [razões de segurança! Aceitável], mas só comunicariam com a
tripulação após a entrada - no mesmo avião – dos novos passageiros!
A simpatia não reinava por ali, mas tentei
explicar que seria mais difícil recuperar o telemóvel após o embarque dos novos
passageiros, do que naquele momento, quando ainda ninguém tinha entrado no
avião e nós tínhamos sido os últimos a sair!
Esforço inglório.
Nem mesmo pedindo-lhes que fossem directamente
ao lugar 8A as pouco simpáticas funcionárias tomaram qualquer atitude! Mas
havia um motivo para isso! É que depois
de cada voo a tripulação é obrigada a vistoriar minuciosamente os lugares
um-a-um! Se o meu telemóvel estava no lugar 8A – e eu sabia que estava – as
funcionárias iriam encontrá-lo com toda a certeza, e entregar-mo!
Pois que… não o encontraram! Mesmo com a
informação de que ele teria de estar no lugar 8A!
Só pude concluir que os funcionários
eram incompetentes e não tinham vistoriado assim tão minuciosamente os lugares,
ou eram desonestos e tinham ficado com o meu telemóvel.
Mas reclamações eram no balcão da companhia, que o
avião tinha de descolar de regresso a Portugal!
No balcão da companhia – EasyJet! – fui atendida pela pessoa mais mal educada e mais
arrogante de todo o sempre [merece um prémio! Não deve ser fácil! Não estou a
brincar!]. Disse-me [novamente!] que os
funcionários faziam uma meticulosa inspecção aos lugares, que se não tinham
encontrado o telemóvel era porque talvez outro
passageiro mo tivesse roubado, ou eu
nem sequer o tivesse levado para bordo… [!...] Pedi o livro de reclamações e fui
informada que as reclamações só podem ser feitas no site!
Revirou os olhos,
pôs-se a ler, ignorando-nos.
Liguei ao meu irmão pedindo que
confirmasse, quando o voo chegasse, se o telemóvel tinha sido encontrado.
Não tinha!
Agora, se a hipótese correcta fosse a da
incompetência dos funcionários, juntava-se a nova hipótese de os passageiros
não serem honestos.
O meu irmão tratou das diligências para
bloquear as comunicações e eu fiquei sem telemóvel no estrangeiro, onde ele me
fez alguma falta… mas desliguei da situação e aproveitei os dias da melhor
forma!
Na tarde seguinte fui contactada pelo poeta
Miguel Barreto Henriques [a última pessoa com quem havia trocado mensagens],
que havia sido contactado por um senhor francês, que encontrou o meu telemóvel
no chão de um avião num voo entre Lisboa e Bordéus.
Muito honesta e simpaticamente
demonstrou o seu interesse em obter uma morada para me devolver o telemóvel o
mais celeremente possível!
O telemóvel chegou hoje!
Eventualmente a tripulação não terá feito uma
análise assim tão minuciosa a todos os lugares durante as viagens que o avião
fez até ser encontrado pelo passageiro!
Ainda bem que não era uma bomba!











