24.4.14

21.4.14

da crise (i)moral

Eu vivo muito acima das minhas capacidades intelectuais...

18.4.14

Deus me perdoe

O senhor desta notícia - do Correio da Manhã! - tinha 97 anos. Já tinha vivido uns bons anos, não é assim tão trágica morte*. Daí me permitir destacar alguns pormenores que são, no mínimo, curiosos! 

- A esposa falece, com 101 anos, é enterrada num dia e ele é mortalmente atropelado no dia seguinte!
- O homem chama-se... Adelino Bernardino!
- Onde é que ele morreu? Na Fanadia!...
- Qual era a profissão dele?! Técnico de explosivos!...
- Quem é que o atropelou mortalmente? Uma carrinha de botijas de gás!...
- Como? A fazer marcha-atrás...
- Onde é que é Fanadia?! Em Caldas da Rainha! Que bombeiros é que o assistiram?! Os de Óbidos! Para onde é que ele foi levado? Para Torres Vedras...
Agora vou-me penitenciar, que ainda por cima estamos na Páscoa... 
*Se fosse meu avô, provavelmente não iria achar piada nenhuma que alguém escrevesse/destacasse isto, mas... ele não era meu avô...

17.4.14

optimismo Vs curem-se


Eu admiro pessoas que encaram a vida com optimismo (de preferência com optimismo e o antigo acordo ortográfico). Eu própria, noutros tempos, cheguei a ser intitulada de livro de auto-ajuda humano – não porque tentasse propriamente ajudar, mas pela forma optimista e feliz com que levava a vida. As coisas mudaram. Algo de ‘importante’ na minha vida – a merda do emprego – tornou-se pior do que insuportável [importante ‘apenas’ na medida que é onde acabamos por passar a maior parte do nosso tempo... Infelizmente passo mais tempo no meu emprego do que a dormir... O que, felizmente, não significa que trabalhe muitas horas, mas, infelizmente, significa que durmo poucas...] O meu trabalho passou de paraíso a pesadelo. E isso é tão forte e influencia-me tanto que me leva a ter dificuldade em apreciar todas as outras coisas maravilhosas que tenho na vida e – numa perspectiva irracional-optimista – as coisas que não tenho de más! [aquela filosofia de agradecer por termos os dois bracinhos, por termos algo para comer, por não termos um cancro no pâncreas].
Eu quero acreditar que não é por causa desta fase mais pessimista que me irritam pessoas que – como ouvi num evento no passado sábado em Viseu – afirmam, em discursos emotivos – e o evento nem sequer era sobre optimismo, auto-ajuda ou nada do género – que “a morte do meu pai quando eu tinha 20 anos foi a melhor coisa que me podia ter acontecido na vida! Porque foi isso que me deu força para estudar, para viajar pelo mundo, para ser a pessoa bem sucedida que sou hoje!”, ou “a morte do meu grande amigo foi a melhor coisa que me aconteceu, porque ele tinha uma força enorme e ensinou-me a melhor forma de lidar com as coisas e deu-me uma grande lição de vida...” ou ainda “ter cancro foi a melhor coisa que me aconteceu, porque passamos a ver as coisas de uma perspectiva completamente diferente e damos novas prioridades às coisas na nossa vida e passamos a viver mais intensamente...”. Foda-se... (pardon my french). Eu prefiro ser a pessoa mais pessimista do mundo e ter o meu pai comigo, nunca ter perdido um amigo dos mais próximos e nunca ter tido cancro! Eu até acredito que este tipo de vivências nos ponham em situações inesperadas que nos transformam. Até aceito que nos possam fazer dar mais valor ao que temos, ao que queremos. Mas daí até considerar isso uma bênção...


13.4.14

O destino

Chove quase ininterruptamente desde Outubro, mas claro que neste dia - e, pelo menos no seguinte - a chuva não apareceu!


7.4.14

kisses for the misses tonight

everyone loves you when you’re gone. with five leaves left from the day. and nobody wants to sing those songs. today it’ll be okay. everytime your record skips, wish your drunk out of home. pushing and fighting with two fat lips, playing your fishes trombone. we’re all alone, cause nobody cares. so c'mon love, cause nobody wants to see you cry, kisses for the misses tonight. 

heroes and villains shut your eyes. why you wearing a frown? ’cause thinking of you just makes me cry. we wish that you were still around. singing us songs like ’i'm in love love love love’ i'm almost making me smile. like breaking our hearts was not enough no we haven’t seen you here in a while. we’re all alone. we’re all alone. we’re all alone. 'cause nobody cares.

so c’mon love, ’cause nobody wants to see you cry, kisses for the misses tonight. and now you’re done. all of your heartbreak has been sung. kisses for the misses tonight. so c’mon love, no body wants to see you cry, i said kisses for the misses tonight. and now you’re done, all of your heartbreak has been sung. kisses for the misses..........


Kisses for the misses, Richard Swift

6.4.14

às vezes...

apetece-me mandar toda a gente à merda. o mundo não é perfeito. nós não somos todos super felizes e ficamos bem em todas as fotografias. e estou farta dos clips e das imagens idílicas com frases inspiradoras. ai que somos todos tão alegres, tão eclécticos e espirituais. vão-se foder.