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4.10.11

o 9º aniversário do Atum!!!!!!!!!

O consolo de quem acorda com um aninho a mais!

18.1.10


é assim que o Atum fica quando há promoções na gang of four!

9.9.08

o atum em barcelona


Esta noite sonhei que tínhamos voltado a ir até barcelona. Esta noite sonhei que o atum tinha mudado de cor. O atum já não era branco. Era cinza-tigrado-cinza. Muito clarinho, mas cinza-tigrado-cinza! Esta noite sonhei que o atum cinza-tigrado-cinza se tinha perdido em barcelona. mas nós encontrámo-lo, estava nos perdidos e achados!

16.6.07

golpes vibrados

Por algum motivo, que talvez agora compreenda, quando me tento aproximar do Atum e ele, muito nervoso, só me agride – magoando mesmo – e arfa convulsivo, a minha reacção é tentar mimá-lo ao máximo e acalmá-lo! Abraço-o! Ele ama-me, eu sei! Mas às vezes, em momentos de stress, deve pensar que eu sou o inimigo… eu sou humana, não o posso censurar.

Ontem o Atum foi ferido... Durante sete horas esteve inerte, deitado na sua estrela. O seu olhar estava baço, o seu corpo ocioso... hoje parece um pouco melhor, mas... talvez o veterinário seja inevitável...

15.6.07

O Atum do MEC!


Os Pedacinhos de Atum «RISONHO» «também» são portugueses. Representam a alternativa gaiata, despreocupada e liberal do severo atum «Tenório». A imagem do rapaz saudável, a correr, quem sabe se para a Missa, se para a Escola, é das mais estimulantes que se conhecem na industria portuguesa de conservas. Há quem a associe, injustamente, à alegria coradinha da Mocidade Portuguesa. Contudo, a análise microscópica da fivela do cinto, em tempos realizada pelo Instituto Charles Lepierre, revela um ausência de «S.». Isto não significa, evidentemente, que Salazar não tenha sido, também ele, português.
Uma das vantagens das conservas – portuguesas – que ainda não tem sido convenientemente explorada é a sua enorme fiabilidade (como agora se diz, mesmo que não seja de fiar) na alimentação dos gatos de estimação. Proliferam agora as comidas enlatadas para gatos, a preços CEE, com sabor a coelho, antílope e o diabo a sete. Porem, esquecesse o valor nutritivo e, mais que tudo, o forte e aportuguesado paladar de uns pedacinhos de Atum, de um sangacho de cavala e, quiçá, de umas carinhas de bacalhau em cebolada.
Por um preço irrisório – 40 ou 50 escudos – pode facultar-se a qualquer gato uma experiência gastronómica incomparável. Em vez de adquirir as tais latas especializadas, oferecem-se produtos nacionais. Os pedacinhos de atum «Risonho» são uma garantia de bem-estar felino.
E para os seres humanos, que, não nos esqueçamos jamais, também são mamíferos, e, de qualquer maneira, também são organismos vivos, os pedacinhos de atum «RISONHO» também estão indicados para as mais variadas situações. Ao lanche, em cima de torradas ou – para os leitores mais castiços ou viris ao pequeno-almoço, são uma prova de fé e de patriotismo.

Coisas, A Causa das Coisas*,
Miguel Esteves Cardoso

Lata de Atum coleccionável, d'Uma Casa Portuguesa, oferta do meu querido João Vaz!

* o tal livro que encontrei na feira das velharias e que só começava na página quinze!

23.5.07

os meus agradecimentos

Vai um valor para o José Manuel Fernandes, director do Público.
Vai um valor para o Francisco Paraíso, editor de fotografia do Correio da Manhã.
Vai um valor para a Rainha dos Plásticos da feira dos 7 e dos 23.
Vai um valor para a personalidade que é o pai Xico.
Vai um valor para a Maria, minha editora de BD.
Vai um valor para o Pedro, meu editor de revista de música.
Vai um valor para a mãe Sãozinha, minha editora de revista feminina.
Vai um valor para a Dra. Olga, a dentista da praxe.
Vai um valor para o mundo.
Vai um valor para a Lurdinhas, a minha paciente de serviço.
Vai meio valor para umas meninas que apanhei [quase desprevenidas] numa casa de banho pública.
Vai meio valor para o Atum Bisnaga!
[E ficam vinte e sete para mim!]

4.10.06

atum
dia quatro e quatro anos
parabéns!



28.5.05

a cor que dás à minha vida


enche tudo de pelo, bebe o leite do meu pequeno-almoço, espatinha o poliban, bebe água dos meus copos, entorna as minhas jarras sobre a mesa-de-cabeceira repleta de livros, come as minhas flores, espalha os meus relógios pela casa, esconde as minhas canetas debaixo do sofá castanho, desaparece com todos os objectos de pequena dimensão, rejeita comida que te compro, rasga o sofá, satisfaz-te sexualmente com os meus peluches, regurgita em cima da minha roupa, tenta comer os periquitos da vizinha, come as plantas de todo o andar, foge para casa da dona Laurinda, marca território nas minhas mochilas, cheira tudo o que faço, desaparece no jardim da sereia, faz-me chamar os bombeiros, faz-me andar à tua procura dia e noite, faz-me colar centenas de cartazes pela cidade, come o meu fiambre, destrói os rolos de papel higiénico, atira a minha máquina ao chão, parte as minhas molduras, come fita-cola, arranha a veterinária, arranha a Cláudia, arranha as minha visitas, arranha o rui zink, arranha o kid e o khan, bufa ao meu pai, rasga o meu poster de mastretta, ensopa os meus cd-rom em água, dorme em cima de mim, enrola todos os tapetes da casa, espalha os cotonetes pelo chão… e eu vou continuar a amar-te!

4.12.04

vinte e quatro meses de muito atum













4 de dezembro de 2002

o primeiro dia