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| 10 anos desde o meu [terceiro e] último acidente de mota! |
17.10.12
24.2.12
justitia
12.5.11
um conto infantil pelo DIAP de Coimbra
O arguido Helder […], no ano de 2010, não possuía qualquer actividade profissional; para angariar meios económicos para fazer face às despesas do seu dia-a-dia bem como às despesas com aquisição de estupefacientes, que consumia, dedicava-se, de forma reiterada e sucessiva, à prática de crimes de furto. Era useiro e vezeiro na abertura de viaturas e na subtracção de material nelas colocado, que posteriormente vendia ou trocava, disso fazendo modo de vida.
[…]
Em 7 de Setembro de 2010, entre as 16 e as 18 horas, o arguido decidiu abrir a viatura […] a fim de fazer seu o material de valor que ali encontrasse.
Em execução de tal propósito, aproximou-se da aludida viatura e, por forma não apurada, partiu o vidro da porta do lado direito.
Guardou consigo o material referido e, caminhando, afastou-se da viatura.
Nessa mesma tarde [Y][…]
Pelas 18h […]. Usando um alicate multifunções, destrancou as portas da viatura [Z]
Guardou consigo o material referido.
[…]
Helder […] agiu sempre de forma livre, voluntária e consciente.
Quis fazer seu o material diverso e auto-rádios que se encontravam no interior das viaturas X, Y, Z […] pertencentes a A, B e C, respectivamente, conhecedor de que não lhe pertenciam e que actuava contra vontade dos donos.
Bem sabia o arguido que aquelas condutas lhe estavam vedadas por lei e eram criminalmente punidas.
[…]
15.9.10
ele sabia! ele estava lá!
7.9.10
carglass
partiram o vidro - e é inacreditável a quantidade de estilhaços que surgem de um simples vidro de porta de carro - para roubar um auto-rádio que só gosta de estar sintonizado na antena 1! [eu bem tentava ouvir outras rádios, mas o auto da mesma, passados poucos minutos, alterava sozinho a sintonia e lá estávamos nós outra vez na antena 1.] ouvir cds era só quase por milagre. e eu, que até tenho a política de não andar com discos compactos originais no carro, lá fiquei sem o gold against the soul...
rai's parta o hélder da rocha nova e o pedro de poiares!
13.6.10
a santa missa
Ainda nem era gente em consciência e já ia todos os domingos à missa levada pelos meus pais. Nunca tive muito voto na matéria. Era aborrecido, mas não havia muito como contrariar. Deixavam-me brincar com escudos nas reentrâncias dos bancos da igreja. Imitava as pessoas que iam rezar nas capelas laterais, pedia sempre uma moeda para também poder colocar no cesto que percorria a igreja. E fazia a procissão até ao altar na altura da comunhão, com a diferença que voltava para trás sem nada na boca… Era muito tempo para uma criança tão activa como eu, mas não me recordo de fazer grande barulho ou incomodar alguém, excepto quando alguma moeda caía ao chão frio da igreja e deixava escapar um ruído difícil de disfarçar. Num outro estádio mais avançado já podia vir até à rua; Mantinha-me pelas escadarias das igrejas da cidade, rolava para um lado e para o outro, sem moedas. Via as pombas e as pessoas e ocasionalmente entrava dentro da igreja para poder ser controlada. Até à altura ninguém me explicara grande coisa. Sabia que aquelas eram sempre as casas do jesus, que não podia fazer barulho, que não podia comer do que as pessoas comiam quando iam ao altar e sabia que a partir do momento em que se trocavam beijos e passou-bens já não faltava muito para irmos para casa.
9.9.09
15.4.09
are you messing with me?
17.2.09
confissões de uma adrian mole que não bebe cappuccino
21.4.08
aparentemente, num ponto estratégico estive eu...
A mulher de 29 anos foi detida em flagrante delito pela Polícia Municipal esta tarde na Rua dos Douradores, após ter furtado uma carteira a uma turista norueguesa, no interior de um eléctrico.
A carteirista estava acompanhada por mais dois indivíduos, que fugiram após a detenção da mulher, explicou à Lusa fonte daquela força municipal.
A Polícia Municipal tem diversos agentes policiais espalhados por pontos "estratégicos da cidade", sendo a terceira detenção relacionada com furtos a turistas no espaço de quatro dias, nas ruas de Lisboa.
MPC.
Lusa/fim



