31.3.05

"está caladinha que já estavas mas era calada"

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Era uma vez um gémeo que tinha outro! A causa disso era as pernas!! A Diana tem duas, logo tem dois! E ambos gostam de admirar belas paisagens verdejantes daquelas que fazem lembrar esse grande artista poeta cantor, Cesário Évora. Um dia os gémeos tiveram uma grande discussão e um deles obrigou o outro a admitir que esfodaçar era pior que aquecer os motores. Ele aceitou, mas não ficou convencido. Nessa mesma noite acusou o gémeo condescendente de lhe ter roubado a saia quando passou para o banco da frente de um carro, pois justamente nesse momento ela desapareceu! O gémeo inquisidor não acreditou na inocência do condescendente, e nessa noite dormiram ambos [os quatro] muito mal… o gémeo inquisidor consumido pelos remorsos esgadanhou a porta com as suas unhas para fugir de mansinho, mas não conseguiu… pelo menos nessa curta noite não se babou (reza a história), em compensação ganiu de sonhos como o cão de Moçambique.
O gémeo inquisidor não olhava, mas ouvia tudo! E achava que não só os gatos, mas também os cães precisavam de água! Perante tamanha descoberta, o barman ficou gay!
No dia seguinte o gémeo inquisidor descobriu um rei vertical que se escondia dissimuladamente por trás de coca-colas na máquina das bolas!
O que vale é que a comida no tio Assis era Isaías! E tem bolos daqueles que se faz assim e depois põem-se assim e levam-se assim.
Antes da história acabar, os gémeos foram almoçar ao restaurante que ficava mesmo do outro lado da rua, felizmente tinham um mapa, d’outra forma nunca lá chegariam! O gémeo inquisidor confessou não compreender como os outros gémeos o toleravam, visto ele próprio ter algumas dificuldades nesse campo! E não compreendeu como um gémeo tinha visto um local a mijar quando foi à casa de banho! Deve ser preciso ter muita sorte ao jogo…

(peço desculpa aos que não entenderem, mas se fizerem mesmo muita questão, eu explico)

30.3.05

Veva

Hoje a Veva faria anos se fosse viva…
A Veva é mãe da Belinha. A Belinha era minha ama e a Veva, que era mãe da belinha, também era!
A Veva chamava-se Genoveva! Parece um nome estranho, mas para mim só transmite ternura! A Veva era muito pequenina, vestia-se toda de preto com um lenço na cabeça. E tinha um ar ternurento como nunca vi a ninguém! A Veva quando ia para o quintal, colocava a mão direita atrás das costas com a palma virada para fora! Muitas vezes, enquanto andava a plantar qualquer coisa no quintal, gatos faziam-lhe companhia sentando-se no ombro dela como se de papagaios se tratassem! É uma imagem muito caricata da Veva que todos recordam, tal como eu, com muito carinho. A Veva ensinou-me muita coisa dentro da sua sabedoria de vida. Apesar de não ter estudado, sabia fazer contas e sabia escrever algumas palavras que usava para deixar recados à Belinha. Gabava-se que sabia o nome de todas as ruas de Coimbra, mesmo não sabendo ler! Eu achava que ela as sabia mesmo todas sem excepção!
A Veva falava-me muitas vezes do tempo em que todas as coisas e animais falavam. Isso fascinava-me, imaginar que tudo ao meu redor se podia manifestar! E cansava-a de perguntas. “as panelas também falavam, Veva?!”, “sim, tudo falava!”, “e o lume também falava?!”, “Claro!”, “então a panela devia-se queixar ao lume que ele a aleijava, não era?!” (…)
Às vezes a Veva deitava-se na cama a descansar e controlava todos os meus movimentos com o seu ouvido! Quando a Belinha chagava a casa ela dizia “A Francisca portou-se muito bem! Lavou a louça e mudou a água duas vezes para que ficasse ainda mais bem lavada! E esfregou muito bem o chão! Depois sentou-se a fazer o trabalho de casa, logo após afiar o lápis.” Fascinava-me a percepção que ela tinha das coisas só usando o ouvido.
Outras vezes deitava-me na grande cama da Veva enquanto ela descansava e ela contava-me vezes sem conta as histórias dos quadros que enfeitavam as suas paredes. A minha história favorita era a da rainha santa que a Veva contava com todos os pormenores possíveis e imaginários!
“quem não trabuca não manduca” dizia-me muitas vezes!
E também dizia uma coisa muito engraçada, a mulher do amarelo mandou trabalhar o homem, trabalha homem trabalha, quem não trabalha não come!
Percebo hoje que a Veva tinha uma clara postura de “formiga” na vida!
Um dia a Veva durante a noite levantou-se para ir à casa de banho e ao regressar à cama caiu e bateu com o crânio no único degrau existente no caminho…
Não tenho noção de quanto tempo a Veva esteve acamada… sem noção do que dizia. Confundindo o passado como presente. E as suas roupinhas pretas foram substituídas por uma nova camisa dormir clarinha. Todos os dias que a visitava com enorme esforço, por não reconhecer quem ali estava…
Um dia de ciclo fui por coincidência almoçar a casa. Numa visita rápida à minha Veva deparei-me com muita gente e médicos de volta da dificuldade de respiração dela. Todos tinham caras sérias e sisudas, mas os médicos estavam lá e eu achei que ia ficar tudo bem. No meu nervosismo voltei à escola para as aulas finais e queria imenso chorar, mas não consegui… era educação física a aula que se seguia e eu fui vagueando sozinha pelo estádio universitário até à hora da aula. No fundo do campo de futebol de terra batida, atrás do pavilhão onde se festeja a latada, eram quatro e meia quando encostada a um varão escorreguei por ele a baixo e comecei a chorar. Soube mais tarde que às quatro e meia a Veva deu o seu último ofegante e aflitivo suspiro…
amo-te Vevinha!


29.3.05

spain

Na Espanha as pessoas falam alto como o caraças… parece que são equipados à nascença com altifalantes na boca…
Eu até gosto dos nuestros hermanos! Não tenho nada contra eles, mas nesta sexta-feira só me apetecia espancá-los! Sou tão querida, não sou?!

Houve dois pormenores que me agradaram em Espanha!

1st o facto de eles conseguirem exacerbar o foleiro!
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(a segunda matricula deve ser para o acaso de ninguém reparar… é um "chamar de atenção"!)

2nd o facto de terem cegonhódromos!
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é oficial

deixei definitivamente de acreditar no amor!
é tudo uma grande treta…

o amor é pior que as religiões…

28.3.05

Gang of four

depois de muita burocracia e muitos nomes rejeitados e muita burocracia, lá se decidiram por nos deixar ficar com GANG OF FOUR…
nós queríamos mesmo o ROST…

e havia outros nomes bem mais fixes que este [o ROST é que era mesmo fixe…], mas foi só este que aceitaram…
e o que não tem remédio, remediado está!

agora será GANG OF FOUR e nem vale a pena discutir mais isto…

viva a GO4! e seja o que o Jesus quiser!

as burocracias são tantas que daqui a pouco nem em 2007 abrimos a loja…

os planos para a abertura no início de Abril já foram ao ar…

agora resta esperar que ultrapassemos todas as burocracias necessárias e lá será inaugurada!

Sornice

Hoje a melhor coisa que me podia ter acontecido era ter ficado em casa a lontrar…
Sinto uma soneira e uma preguiça… acho que isto já é doença! Ultrapassa os limites do normal! Até ultrapassa os limites do anormal!!
Quero dormir!!!!!!!!
Contudo, sei de antemão que mais ou vez me vou deitar às tantas, acordar às tão poucas e passar mais um dia a queixar-me…
Estou tão cansada de viver…
Como me disse o Jorge, que diz o Pedro Paixão “viver todos os dias cansa”! E se cansa… precisava de hibernar durante uns meses. Uma hibernação ursística e total!
Hum…………

[Des]dom

Há alguns meses que perdi o meu dom para a fotografia… [se é que algum dia o tive…]
Mas pelo menos tenho algumas fotos de que gosto, mas são fotos do passado…
Nestes últimos meses não consegui gostar de uma única fotografia que tenha tirado…
Já passou tanto tempo que me parece mesmo que perdi o jeito.
E já começo mesmo a ponderar em arrumar a máquina na mochila e a usá-la somente por brincadeira. Usando-a somente para tirar fotos “para mais tarde recordar, turu”.
E não estou a escrever isto para vocês comentarem “Oh Francisca, claro que tu tens jeito!!”, “Oh Francisca, é só uma fase…”, “oh Francisca, blá, blá, blá”!
Por favor, não escrevam nada disso! Só estou aqui a constatar um facto! Não me estou a queixar!
Se algum dia achar que voltei a ter jeito prometo que também o reconhecerei e vos direi!
Pode ser que realmente seja só uma fase má…

17.3.05

mar adentro

mar adentro, de alejandro amenábar - 2004

lindíssimo.
conhecendo a história,
tendo acompanhado a verídica,

sendo uma defensora da eutanásia,
dificilmente poderia ter gostado mais do filme!
apesar da dramática e difícil luta de ramon sampedro,
ela esta envolta em magia. Mostrando-nos que o encarar da morte
pode ser feito de uma forma pacífica e consciente.
ninguém merece viver em condições que não aceita.
emocionei-me imenso
(e devido a isso já fui brutalmente gozada por seres insensíveis)
especialmente com a simplicidade e insipiência
das pessoas que rodeavam ramon sampedro
que amando-o, não conseguiam entender a sua vontade.

com este filme, confirma-se, o cinema espanhol é muito bom!

ray

ray 2004

fiquei desiludida por saber que o ray charles era inicialmente tão fútil e mulherengo…
gostei muito do filme, está muito bem feito, mas…
não gosto de filmes em que se quer contar a história, se começa tudo muito pormenorizadamente e depois, como não há tempo, resume-se tudo resto
que aconteceu em 5 minutos e já está.

e há uma coisa que não bateu certo…
ray charles ficou cego em 1937
e durante o filme faz referência a um pormenor de “e tudo o vento levou”
que saiu em 1939…
(de qualquer forma eles eram paupérrimos, duvido que tivessem televisão)

jamie foxx faz sem dúvida um excelente papel [já me tinha agradado muito em collateral], parece-me que dadas as circunstancias do papel o óscar foi muito bem merecido, mas o papel que mais me impressionou e que achei fabuloso foi o da mãe, sharon warren como aretha robinson. brilhante.

chico buarque


deram-me dois cds virgens
e a ópera do malandro
pedindo-me que a gravasse em duplicado.
ontem à noite ouvi-a sem querer
e agora estou fã!
o álbum é giríssimo!
até fico com pena de não ter ido ver a ópera...

esta manhã, em vez de ouvir a sicnotícias
enquanto despertava para um novo dia,
ouvi a ópera e saí de casa bem mais feliz!
ignorar o trânsito em lisboa,
ouvir uma música tão agradável
e a beleza do dia de hoje,
fazem-me estar muito bem disposta!

vou deixar de ouvir a sicnotícias de manhã.
é deprimente!

15.3.05

estados d'alma

Um passado demasiado bom dá-nos cabo do Futuro. Espera-se o pior.
Miguel Esteves Cardoso

14.3.05

acasos

nessa mesma noite em que os olhares alheios me irritavam, eu própria observei com alguma delicia um casal vindo do telhado que desceu as escadas e saltou para a pista antes dos degraus acabarem.
chamou-me a atenção serem as únicas pessoas alheias ao que as rodeava e envoltas em si mesmos e na música. a rapariga despertou-me mais atenção, pois na sua simplicidade era muito bonita. E ali estava aquele casal a dançar à minha frente, só com olhos um para o outro e corpo para a música.
sábado de manhã saí de casa sozinha, deixando para trás uma casa embebida em preguiça. depois de uma longa caminhada e de um erro de percurso entrei no metro e no banco do lado estava um casal sentado, amparando o sono um ao outro para eles a noite ainda não devia ter acabado. a simplicidade e beleza dela chamou-me à atenção e num flash imaginei que poderia ser o mesmo casal do lux. Discretamente subi o meu olhar até às suas caras extasiadas mas felizes e sim, era o mesmo casal do lux.

os djs

acabou por fim a contagem decrescente e na madrugada de dia 11 lá estive no lux.
senti uma desabitual excitação quase identica à de 1998, mas desta vez mais contida, quanto mais não fosse pela diferença de companhias nos dois acontecimentos.
durante todo o tempo que lá estive (cheguei depois, saí antes do final do set) mantive os olhos fixos na cabine observando cada movimento, gesto e sorriso dos dois.
o jarvis está com o cabelo um pouco comprido e o steve é completamente diferente sem aquela guitarra à frente e sem o olhar alienado de quem está somente a sentir a música que toca.
o jarvis continua completamente anormal, mas nunca tinha presenciado esta anormalidade ao vivo! foi excelente! cada atitude freak dele era uma gargalhada que dava cá dentro!
ele é mesmo estranho… e como isso me fascina…

lux

entristece-me, ou melhor, aborrece-me que as pessoas estejam ali a observar-se umas às outras e não para se divertirem…
cada vez que ficava sozinha alguém se abeirava de mim para se meter comigo…
e estava eu com um casaco até às orelhas, fará se estivesse a usar o traje típico da noite…
(decote até ao umbigo por cima do wonderbra).
prefiro o piso inferior.
no andar de baixo, as atenções são mais centradas na música.
a certa altura, já estava tão assustada pelas pessoas que se metiam comigo e por toda aquela mescla de olhares vazios e assexuados que acabei por me querer vir embora…


9.3.05

LUX!!!!!


steve mackey e jarvis cocker
de sheffield para lisboa
dos pulp para dj set
é já amanhã!!!!!!!!!!

.

Passa de vez em quando uma rapariga numa vida, uma rapariga alta e
morena, com cabelo até à cintura, que olha para trás e para nós como
se nos pedisse para dizer "eu vou matar-me". E essa rapariga só precisa
de um segundo, de um pequeno segredo, que nos esconde na alma, sem
se importar com isso. E fica-nos para o resto da vida, presente em todos
os instantes da vida, atravessada nas nossas poucas alegrias.
Arruína-nos os amores, passando pelos quartos onde estamos deitados
com raparigas muito piores e olhando por cima dos ombros como se
tivesse pena de nós.

Às vezes passa uma rapariga na vida que nunca mais deixa de passar,
que nos interrompe e condena e encanta, sem saber o mal e o bem que
nos faz e que nos fica na alma como aquelas pessoas que passam no
momento em que se tira uma fotografia e passam a ser a pessoa que
se fotografou (...).
Miguel Esteves Cardoso


antoine d'agata

7.3.05

the knights who say ni!


HEAD KNIGHT OF NI: Ni!
KNIGHTS OF NI: Ni! Ni! Ni! Ni! Ni!
ARTHUR: Who are you?
HEAD KNIGHT: We are the Knights Who Say... 'Ni'!
RANDOM: Ni!
ARTHUR: No! Not the Knights Who Say 'Ni'!
HEAD KNIGHT: The same!
BEDEVERE: Who are they?
HEAD KNIGHT: We are the keepers of the sacred words: Ni, Peng, and Neee-wom!
RANDOM: Neee-wom!
ARTHUR: Those who hear them seldom live to tell the tale!
HEAD KNIGHT: The Knights Who Say 'Ni' demand a sacrifice!
ARTHUR: Knights of Ni, we are but simple travelers who seek the enchanter who lives
beyond these woods.
KNIGHT: Ni!
KNIGHTS OF NI: Ni! Ni! Ni! Ni! Ni!...
ARTHUR: Ow! Ow! Ow! Agh!
HEAD KNIGHT: We shall say 'ni' again to you if you do not appease us.
ARTHUR: Well, what is it you want?
HEAD KNIGHT: We want... a shrubbery!
ARTHUR: A what?
KNIGHTS OF NI: Ni! Ni! Ni! Ni!
ARTHUR and PARTY: Ow! Oh!
ARTHUR: Please, please! No more! We will find you a shrubbery.
HEAD KNIGHT: You must return here with a shrubbery or else you will never pass through
this wood alive!
ARTHUR: O Knights of Ni, you are just and fair, and we will return with a shrubbery.
HEAD KNIGHT: One that looks nice.
ARTHUR: Of course.
HEAD KNIGHT: And not too expensive.
ARTHUR: Yes.
HEAD KNIGHT: Now... go!

5.3.05

académica a jogar com o vitória de setúbal

os golos da briosa



desculpe, sr. árbitro! realmente não é falta!


giras






e por fim,
para quem conhece o dário
[ e ouve RU( ]...

"o jogador não tem culpa, o jogador tem toooda a culpa!"


4.3.05

tortura




Tirar dentro do peito a Emoção,
A lúcida verdade, o Sentimento!
E ser, depois de vir do coração,
Um punhado de cinza esparso ao vento!...
(...)

eve arnold
&
florbela espanca

1.3.05

agentes da treta

Se há coisa que detesto, são pessoas que abusam da autoridade que têm!! Claro que começamos e acabamos em ‘agentes da autoridade’!
É desprezível e brutalmente irritante quando, no pedestal plástico em que se auto-colocam com aquela farda azul, esbanjam ignorância e imbecilidade para cima de quem podem!
No passado domingo deparei-me com três destes personagens e deixei-me enervar até à exaustão!
Saída do jogo de futebol da Académica com o Virória de Setúbal [3-3], fui numa corrida para o pavilhão Jorge Anjinho fotografar o final do jogo de basquete. Já lá, fui deparada por um desses agentes da dita autoridade, que me obrigou a vestir o colete da Liga Portuguesa de Futebol Profissional para fotografar o jogo de Basquete! Ainda tentei explicar e soletrar a sigla constante no colete [L.P.F.P.] frisando bem a palavra F-U-T-E-B-O-L… mas de nada me serviu… para poder fotografar o jogo teria de ter o colete vestido! Assim o fiz pois só faltavam cerca de 7 minutos para o final do jogo! Assim que o jogo terminou, despi o colete e dirigi-me à mesa onde estão o s representantes da Liga Portuguesa de Basquetebol que me confirmaram que realmente eu tinha razão! Para estar ali a fotografar, bastava ter o cartão do CNID [Clube Nacional de Imprensa Desportiva].
Procurei o agente da polícia de segurança pública para lho dizer, mas, ou por falta de humildade em admitir, ou por brutal burrice durante cerca de meia hora não os consegui fazer admitir ou entender que tinham errado… entre ameaças de me deterem, a afirmações de que são eles que mandam em todo o lado, eu lá lhes fui mandando umas boas tacadas… não saí de lá com uma desculpa deles, mas pelo menos derreti-lhes aqueles dementes cérebros em procura de argumentos para me calarem!
Filho da treta…

[se os senhores da mesa acham que têm razão, eles que venham fazer o nosso serviço!!]

[eu não estou aqui porque quero!!] – pois não… estás a trabalhar, olha a novidade!

[sabe porque é que eu ainda aqui estou?
Porque está a discutir comigo!
Não, porque tenho de proteger os árbitros!]

[o senhor não está aqui para me dificultar o trabalho, está aqui para me proteger do de copos de cerveja com amendoins como o que me ia atingindo durante o jogo!
A menina está a ser malcriada!!]

[Mas a sua função aqui é proteger as pessoas! Os árbitros, os jogadores, a assistência, a mim!
Não é não! Eu estou aqui a trabalhar, não estou aqui para defender ninguém] – em que é que consiste o trabalho deles, então?


24.2.05

wong kar wai


disponível para amar >>>>>>>>> 2046

a verdade é que... não gostei muito do 2046.

[e levantei-me ligeiramente da pouco confortável cadeira umas 53 vezes convencida de que o filme já tinha acabado...]

por falar em...

…o que é que eu fiz para merecer isto?

acham que a vossa vida é má?!
pensem que podiam ter a vida de carmen maura em, ¿Qué he hecho yo para merecer esto?!!


tinha eu apenas dois anos quando pedro almodóvar estreou este filme! cerca de 20 anos depois vi-o, numa gélida e nostálgica entrada de ano. uma actualidade mantida 20 anos depois da sua estreia. vivências reais, cruas e menos felizes dos comuns mortais que nunca são relatadas. e lá vi eu mais uma vez uma fascinante beleza em quaisquer cantos de película. aconselho.

23.2.05

o que é que eu fiz para merecer isto?

<sabes que o atum gosta quando eu me peido? quando foste a lx é que se viu. eu peidava-me e ele dançava um tango; atum é um gato bem expressivo que mostra prazer dançando o tango>

jorge vaz nande, 23 de fevereiro de 2005, 12.15pm, msn

jorge vaz nande is in the house


'afonismo'

hoje estou afónica...
é angustiante...

sinto-me como…
...uma bicicleta sem rodas
...um santana sem metáforas
...um sócrates sem teleponto
...um bolo sem ovos
...uma gaivota sem asas
...uma máquina fotográfica sem fotómetro...

faltam 15 dias

22.2.05

bocas, só para recordar!


cantarolem a música para vocês mesmos, é rejuvenescedor!
[ups... nós ainda não precisamos disso, só o Justi...]


faltam 16 dias