3.5.05

starck strikes back!

como ando um pouco afastada do mundo, só há pouco tempo em lisboa, no saldanha, é que descobri que o meu adorado starck fez um relógio para a Fossil! E como não poderia deixar de ser, vindo de quem vem, é LINDO!!!!!!!

in/felizmente era demasiado caro para o comprar na altura...
mas esteve quase para vir comigo.
..

este é o meu favorito


mas há mais!
...

!sonarezafuearapsaideteseetnivmatlaf

o que me disseram antes de dormir!

"hj é dia 3 de maio, é 1 bom dia p ser 1 dia como outro qq e se ser feliz sem se saber pq *"

jorge humberto!

pequena antecipação

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Philip-Lorca diCorcia nasceu nos Estados Unidos da América em 1953 e é na actualidade um dos principais fotógrafos do seu país.
Estudava na universidade de Hartford, no início dos anos 70, quando a sua atracção pela fotografia teve início. Num escasso espaço de tempo transferiu-se para The School of the Museum of Fine Arts, em Boston para se dedicar mais especificadamente ao seu novo interesse, a fotografia.
Em 1976 tinha já um diploma em fotografia e no ano de 1979 uma graduação pela universidade de Yale.
diCorcia é um fotógrafo generalista, abrangendo um pouco de todas as vertentes fotográficas. Desde documentários de tradições, a mundos ficcionais, conseguindo criar uma ténue e quase imperceptível linha entre realidade e fantasia.
Alternando a técnica da informalidade de uma fotografia instantânea, com a de uma fotografia preparada e composta minuciosamente, usando tanto a luz natural, como a artificial, é a saturação de cores presente no trabalho de diCorcia que nos dá, quer seja numa paisagem urbana, ou num ambiente doméstico, a emoção e a intensidade psicológica das suas imagens.
A Storybook Life, mostra-nos num conjunto de setenta e seis fotografias, realizadas ao longo de praticamente um quarto de século – sendo as últimas datadas de 1999. Imagens de um quotidiano, usualmente urbano, que reflecte o mais variado tipo de situações ou paisagens. Imagens recolhidas em vários pontos do mundo que sugerem histórias de vida. Os mesmos protagonistas aparecem em diferentes estágios e estilos e dificilmente se percebe algum dos protagonistas, ocasionais ou não, olhando a câmara que o fotografou. Ao invés, os seus olhares são usualmente introspectivos ou reflectivos. Apesar dos anos que distam algumas fotografias, apesar do país, cultura, paisagem ou protagonista, há sempre uma marca pessoal que estigma e distingue Philip-Lorca diCorcia.
Segundo o próprio autor, este projecto, que inicialmente pretendia ser um livro, inspirava-lhe uma vontade de fazer algo diferente do seu trabalho realizado até então, e não uma retrospectiva do que já havia feito, como pretendiam vários editores que o circundavam. Considera que A Storybook Life é tanto uma história, como uma vida! A intimidade da ficção notada no método de trabalho e ambição que envolveu este projecto.
Considera que não pretendia chegar a nenhuma conclusão em especial com este trabalho, mas teve desde o início bem delineada a ordem de exibição do mesmo. E sem saber explicar porquê, este projecto inicia e finda com uma fotografia do seu pai.

2.5.05

Philip-Lorca diCorcia

Philip-Lorca diCorcia nasceu 100 anos depois de ter sido inventado o leite condensado, ou seja, 1953!

quem me dera ser almirina

tu não queres morrer!
tu só não queres é sofrer...
mas neste momento isso é inevitável...
infelizmente...
gostava de poder ser e fazer mais…
mas és tu quem realmente vai ter de fazer alguma coisa…
é essa tua brutal força interior, que agora está obviamente fragilizada,
que tem de liderar esta fase!

és uma pessoa fantástica! talentosa! divertida! inteligente! bonita! cheia de cor!
toda a gente te adora ao primeiro contacto!
nunca ninguém te esquece…
e eu, e todos nós te amamos, admiramos e estamos aqui para te ajudar!
já nenhum de nós consegue viver sem ti!
por isso, não nos queiras abandonar e ao invés, junta toda a tua força para
conseguires superar tudo o que te está a acontecer agora…
é brutal… é cruel… é doloroso… é angustiante...
nós bem sabemos!
e falar é fácil…
mas a verdade é que tens de ser tu a ir buscar a tua força!
olha para os pontos amarelos e cor-de-rosa da tua vida e ignora os cinzentos…
o teu sucesso será a nossa felicidade! [isto parece o
slogan de um banco…]
sei que falo por todos, porque todos te amam (quase) tanto quanto eu!
[eu amo-te uns 53 gramas a mais porque sou mais fixe, ainda tenho 7 pontos e o Atum…]
vamos estar aqui para ti!
sempre!
por favor, sorri!
porque não conheço um sorriso mais bonito que o teu!

1.5.05

é mesmo assim

o amor é fodido. hei-de acreditar sempre nisto. onde quer que haja amor, ele acabará, mais tarde ou mais cedo, por ser fodido

miguel esteves cardoso

28.4.05

[ainda mais] a identidade [pura realidade]

Mas ninguém pode nada contra os sentimentos, eles estão lá e escapam a qualquer censura. Podemos acusar-nos de um acto, de uma palavra que pronunciámos, mas não podemos acusar-nos de um sentimento, muito simplesmente porque não temos qualquer poder sobre ele.

milan kundera

[+] a identidade

Com remorsos, pensava nos começos vertiginosamente rápidos daquele amor. Não tivera necessidade de conquistá-la: fora conquistada desde o primeiro instante. Voltar-se por causa dela? Para quê? Ela estava ao seu lado, diante dele, junto dele, desde o início. Desde o inicio fora ele o mais forte e ela a mais fraca. Esta desigualdade depositou-se nos alicerces do seu amor. Uma desigualdade injustificável, uma desigualdade iníqua.

milan kundera

a identidade

Chocava-me sempre que um belo corpinho fosse uma máquina de secreções; disse-te que me custava ver uma rapariga assoar-se. E estou a ver-te; paraste, encaraste-me e disseste-me num tom curiosamente experimentado, sincero, firme: “ a assoar-se? a mim basta-me ver-lhe o olho a piscar, ver aquele movimento da pálpebra sobre a córnea para sentir uma repugnância que me custa a ultrapassar.

milan kundera

27.4.05

augmentin duo



a mulher elefante, por Rui Marcelino Lynch.

25.4.05

24 de abril

a ideia era esbanjar estupidamente dinheiro em coisas indispensáveis. como sempre o rombo voltou a acontecer na fnac. antes dos jardins do tabaco passámos em casa e o meu estado físico controlou a minha mente. a festa da K7! foi por água abaixo…. fomos em substituição ver um filme, inédito para ambos, enquanto os outros dois se foram deitar a controlar as horas de sono que iriam usufruir. na terceira ou segunda parte comecei a fechar os olhos sonolentos e drogados por breves intervalos de segundos. e afinal não vi o funeral do Ramiro, nem sabia que o amigo do Octávio tinha morrido no acidente, nem que o velho tinha deixado uma foto tipo-passe à filha que o julgava morto… dormi umas onze horas, comi, tomei banho e fiz alguns kilometros até aos prémios fuji. com a demência de uma velha de 73 anos arrastei-me até aqui e estou a beber um batido de banana que podia estar melhor.


armazéns do chiado.16.55

happy again!

desde as 0h de ontem/hoje [aquela hora que nem é carne nem é peixe]
que a maria preciosa já está em meu poder!
juntas outras vez! para sempre!
como se de um único ser nos tratássemos!

21.4.05

claques…

é triste, mas o futebol acarreta consigo muito mais tristeza e violência do que beleza ou felicidade
No dia em que o estádio da luz recebeu o rio ave para ver o benfica levar na boca, a claque apoiante do slb, no name boys, agrediu a querida claque do rio ave
é triste saber que um grupo de jovens e ignorantes bestas agridem pessoas humildes, pacificas e até de idade já avançada…
tenho a certeza que por este motivo (e por muitos outros que ignoro) o Jesus vai castigar o benfica não o deixando ganhar o campeonato!
toma!

19.4.05

17 de abril de 2005

Fantástica mulher. Excepcional amiga [a minha melhor]. Extraordinária filha. Óptima irmã. Excelente [futura] mãe – “oh Francisca, não brinques com isso! Estás parva?!” Singular ser humano. Inteligente aluna. Arrojada profissional. Admirável naturalidade. Espantosa beleza. Sensata companheira. Terna amante.
Parabéns à Diana!



amo.te

uma explicação

as máquinas digitais reflex têm vindo a ser feitas com corpos de analógicas.
Por este motivo, o seu mecanismo não está preparado para o mesmo número de disparos de uma digital e a certa altura o mecanismo falha…

por outras palavras, naquela quinta-feira à noite, no museu dos transportes, esgotei o número de disparos permitidos pela lei fotográfica analógica.

maria preciosa

um mínimo de
125€ de gravidade…


15.4.05

10D

a minha máquina fotográfica [maria preciosa] avariou-se há cerca de 24h enquanto assistia e dava alguns disparos aos d3ö no museu dos transportes…
não consigo descrever o desespero interior que é para mim estar sem ela…

14.4.05

Não posto porque…

...o Pedro está triste, o João não quer saber, a Cláudia não limpa, como sopa com a Mary, faço fliers, jogo ténis, vou ao sótão em taveiro, compro sprays, faço stencil’s, vou ao cinema, o robot estragou-se, o atum só come, escrevo cartas, limpo os vidros, falo com os arrumadores, leio um livro, o Nande toma banho lá em casa, a Mary compra pão, passo na secção, vejo as curtas no salgado Zenha, peço desejos, corro para supermercados que já fecharam, a Ana Luísa dá-me Epá’s sem pastilha grande, mantenho a casa arrumada, comunico com a Ivete, vejo o caos, compro línguas de gato à Lurdinhas, mando sms’s ao Nuno, respondo aos mails do Nelson, faço propostas ao Jonas, respiro fundo, carrego o telemóvel, troco moedas por notas, compro pionaises verdes, lavo a cara, falo com o João ao telemóvel, sonho acordada, acento tudo no meu caderninho, e fico sem tempo para me sentar ao computador e deitar isto tudo liricamente cá para fora!

10.4.05

neverland

tenho medo da noite. não quero ter sono.
todas as minhas noites se tornaram
em noites de sonhos de pesadelos...

prefiro ficar acordada para sempre.

agora sim, acabou.

no escuro
a tua sombra vagueia
de um lado para o outro
deixando-me na incerteza
da tua partida

o filme ainda não acabou.


8 de janeiro de 2005
f.scottfitzgerald

tarnation

9.4.05

silêncio é o som que o nada faz

deitada sobre o sofá vermelho intenso, isolada de todo o mundo eléctrico, penso no silêncio que nunca deixo existir. fecho os olhos e procuro-o.

ele afinal não existe.

tics e tacs de relógios. o constante murmúrio do frigorifico. carros que passam, aceleram, travam, buzinam. ambulâncias em emergência. crianças que sociabilizam com outras em pátios de recreio. pessoas que falam. saltos altos. portas que se fecham. portões que se abrem. o gato que remexe a areia. o cão que late. os pássaros do grande jardim fechado. os infelizes das gaiolas. o vento nas ramagens das árvores.

terei alguma vez na vida ouvido o silêncio?


tule preto

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model&artist

fMa creations

7.4.05

esclarecimento


quando a marilyne disse que queria fazer fotos pinholé,
foi mal entendida...


o que ela realmente queria dizer é que gostava de comer picolé!!!!

a frase do século fotográfico

como é que eu tremo em P?

citação e fotografia por Diana Ramos!
quinta-feira, 7 de abril aproximadamente 1.30am

5.4.05

itália.

amigos. os melhores. ajudas. telefone. não quero falar sobre isso. não tens de falar. já está. vai passar. não deixes de acreditar. entrega tudo amanhã. não te esqueças. não te importas? já tão tarde? a conta. o café. o rapaz que não fala. o convite. a casa. a noite. sonhos que se revelam pesadelos ao acordar e me nauseiam para o resto do dia.

mexican

Sábado, alguém teve a fantástica ideia de irmos jantar ao restaurante mexicano, e mais cinco pessoas tiveram a brilhante ideia de concordar! Algumas até com algum fervor! E lá fomos os seis a pé rumo àquele restaurante que fica “já ali”! Fucoli? Também não sei onde é a fucoli… Ao fim de uma espera por um autocarro que nos deixasse lá perto, entre os pingos de chuva que variavam de intensidade e as indecisões sobre seguir a pé ou aguardar mais um pouco!
Com um limite de 17m ao fim do terceiro lá apareceu um 27! Da cruz vermelha ao dito restaurante choveu desmesuradamente… chegámos lá encharcados e teríamos de aguardar por mesa! Decidimos aguardar! E aguardámos duas horas e meia!! Sim, DUAS HORAS E MEIA! Faltavam 15m para a meia-noite quando começámos a comer! Sentei-me a dizer que não poria lá mais os pés, mas diverti-me tanto e aqueles empregados toscos compensaram tanto o tempo de espera, que voltarei, MAS COM RESERVA!
Quanto à comida… é boa, mas nada de transcendental!
Enquanto esperávamos alguém veio de Santa Comba Dão para nos anunciar que o papa tinha falecido…
E pelo menos eu e a Ana Luísa vamos direitinhas para o inferno depois do que cantámos e gozámos com o lolek* durante todo o jantar…

*descobrimos durante o jantar que Lolek era um diminutivo de Karol! (???)