
é, por estranho que possa parecer, um álbum engraçado!
a mim, faz-me rir!
Encontrei na feira das velharias um livro que começava na página 15.
[…]Basta pensar no incómodo fonético de dizer «Eu amo-o» ou «Eu amo-a». Em Portugal aqueles que amam preferem dizer que estão apaixonados, o que não é a mesma coisa, ou embaraçam seriamente os eleitos com as versões estrangeiras:
«I love you» ou «Je t’aime». As perguntas «Amas-me?» ou «Será que me amas?» estão vedadas pelo bom gosto, senão pelo bom senso. Por isso diz-se antes «Gostas mesmo de mim?», o que também não é a mesma coisa.[…]
AMOR, A causa das coisas, Miguel Esteves Cardoso















