19.2.06

unmarried young couple

Photobucket - Video and Image Hosting
who took it?!

i took this one [and also that one!]

cherry blossom girl

If you need some fun Some good stereo gum Radio #1 Brand new ears at once Eject musical trash Radio #1 Radio #1 Radio #1 We love Melancholy snipers We'll become Flower gun users We request Funeral of sadness We play The shade destroyers If you need some fun Some good stereo gum Radio #1 Brand new ears at once Eject musical trash Radio #1 Radio #1 Radio #1 Radio #1 Radio #1 Radio #1 Radio #1 Radio #1 Radio #1 Radio #1

radio 1#
air

sushi lounge

how sad could it get?!

«grave of the fireflies»

Isao Takahata, 1988

friday night

million dollar b... KO
i wasn't sick for so long

17.2.06

alfrancisca


este é o meu nome em árabe!
pelo menos, foi o que me disseram...
mas posso estar a ser enganada!

16.2.06

worldpressphoto


3rd prize Singles - Michael Wirtz, USA, The Philadelphia Inquirer.

2nd prize Singles - Xin Zhou, People's Republic of China, Guangzhou Daily

1st prize stories - Åsa Sjöström, Sweden

Uma vista de olhos pelas imagens vencedoras dos últimos 20 a 30 anos leva-nos a uma conclusão clara: a guerra, a desolação e a morte fazem o pleno nos primeiros lugares da World Press Photo. A explicação? "O mundo é mesmo assim, violento, criminoso, cheio de desigualdades e injustiças com sangue e violência.", justifica Daniel Rocha. Tal como os restantes, defende que "o trabalho dos fotojornalistas ainda continua a ser o jornalismo de causas. Por isso, apesar de as situações-limite de desigualdade já serem praticamente banais, é preciso retratá-las para recordar que ainda existem.

Maria Lopes,
Público, 11 Fevereiro 2006

Por considerar impossível viver, se conscientes de todo o mal, prefiro fotografar o bonito e agradável, o belo e colorido, o vivo e animado, os sorrisos e a festa. Desprezo os escrúpulos e fecho os olhos. Porque é tão mais cobardemente fácil viver assim!

as minhas lamechices

não gosto que a minha felicidade seja motivo de tristeza para outras pessoas...
e também não me sinto bem por estar feliz quando as pessoas de quem gosto estão tristes...

12.2.06

cultura japonesa


eis um óptimo motivo para estar em aveiro no próximo fim-de-semana!

10.2.06

bonne voyage

I would like to live in Sweden
When my work is done
Where the snow lies crisp and even
'Neath the midnight sun
Safe and clean and green and modern
Bright and breezy — free and easy
Sweden —Sweden —Sweden — In Sweden
I am gonna live in Sweden
Please don't ask me why
For if I were to give a reason
It would be a lie
Tall and strong and blonde and blue-eyed
Pure and healthy, very wealthy
I'll grow wings and fly to Sweden
When my time is come
Then at last my eyes shall see them
Heroes every one
Ingmar Bergman
Henrik Ibsen
Karin Larrson
Nina Persson

jonas batista

se não voltares, vou-te buscar!
passeia os teus ex-agrafos por essa europa!
mas quero-te cá dia 22!!! e depois podes voltar
e ir arranjando sitio para eu dormir!

manhã para...


maria...
tu estragas-me

com mimos!!!!!!

por falar em estragar e mimos...
adorei o livrinho, richard!!!
mas continuo a insistir na minha convicção,
que oportunamente te exporei melhor!

alexandre

usualmente, encontro sempre na minha enciclopédia o'neillíca
as palavras que quero dizer mas não sei!

9.2.06

FSSSSSSSSSSSSSHHHHHHHHHHHHHT

EXPLOSÃO DE ALEGRIA HISTÉRICA!!!!!!!!!!!!!!!!!

roundandroundandround

o mundo é incrivelmente pequeno
e nós fazemos todos parte da vida uns dos outros!

8.2.06

manhã para...


once again,
muito obrigada maria!!!

ladies night


ou,
como levar um homem ao desespero!

o dia mais importante do ano!

vinte e dois de fevereiro!




aos que vêm de lisboa, do porto, do minho, de macau, da eslovénia, da itália e da polónia,
não se preocupem! este T0 tem capacidade para dormirem mais pessoas, do que tinham
os twingos onde se asfixiavam concorrentes no domingo gordo do júlio isidro.

outro [suspiro]

já posso respirar fundo com um pulmão e 1/4 !


mais 601 fotos [bem] entregues!

hoje foi dia de festa, amanhã retoma-se ao trabalho [com a mesma gerência]!

7.2.06

manhã para...


obrigada maria!!!

express


music on the walls!

intercontinental



adoro-te e sinto MUITO a tua falta aqui...
[e dos nossos arrozes]

caixa com vida

para além da maria, o tiaguinho, que está na Eslovénia, também me enche a caixa de cor! e o richard... o incansável richard que dispara imaginação de todos os poros e me faz rir e sorrir por tudo o que transmite; da simplicidade de uma palavra, ao conhecimento de um eu que eu própria esqueço; de uma cumplicidade que não existe e é esplendorosamente recriada para mim que não mereço! Obrigada!

adoro os ctt!

rayo de sol para mim

talvez fosse suposto ser de manhã, mas foi à noite. quando já fora de horas inesperadamente saí, tudo brilhou dentro da pequena caixa de madeira e eu fiquei tão feliz! há pessoas tão bonitas, que irradiam rayos de sol [mesmo de madrugada] a todos com quem se cruzam! obrigada!

mais gang


a gang of four está...
mais bonita!
mais branca!
mais à frente!
mais espaçosa!
mais agradável!
mais adorável!
mais lá!


já começaram a chegar sapatilhas...
em breve, as novas colecções!

[suspiro]

já posso respirar fundo de um pulmão!!!


mais um trabalho entregue!
não compreendo porque é que só trabalho sob pressão...
esta noite respirarei profundamente e amanhã regressarei ao trabalho!

6.2.06

hufds

rucvialatinagangoffourrucvialatinarucrucgangoffourgangoffour
gangoffourvialatinarucrucrucvialatinarucvialatinarucvialatinaruc
rucrucvialatinarucrucvialatinagangoffourrucrucvialatinagangoffour
gangoffourgangoffourgangoffourrucvialatinavialatinarucrucvialatina
rucrucvialatinarucvialatinarucvialatinavialatinavialatinavialatinaderrame.

2.2.06

o flash

Esta manhã abracei um caminho desigual do de qualquer manhã. A princípio não atribui qualquer importância à polícia que regulava o trânsito no sentido inverso. Alguns passos depois de dobrar para a nova rua vi, ainda confusamente, um longínquo tumulto só me apercebendo depois das reais cores de vários carros de bombeiros e faixas garridas a isolar o local. O coração disparou em pânico enquanto pedia [a quem ou a quê?!] para que aquela casa mosqueada de negro, onde à porta irreconhecíveis carbonizados se amontoavam, não fosse o 49. Que não seja o 49. Que não seja o 49. Que não seja o 49. Que não seja o 49. Que não seja o 49. Palpitava entre os passos acelerados. Não era o 49, perceberam primeiro os meus olhos que engoliam os números das portas à medida que avançavam. era igual, era unido, mas não era o 49. Contornei a faixa de cor viva e entrei no 49 enquanto bombeiros extenuados me analisavam esquivamente. Respirei fundo lá dentro e voltei a sair enquanto já ninguém dava pela minha presença pelos seus colos erguidos ao ar.