30.9.06

importa-se de repetir?!

dente-de-leão?! isso é uma planta alucigénia!!!

26.09.06


[1][2][3]
o mérito não é solúvel noutros adjectivos
doze anos de uma boa, mas incompleta, vida.
vinte e quatro de total plenitude.
trinta e seis é uma vida maior para alguns.
seria preciso talvez um século para o igualar.
ghost world

w e a r e a l l f r e a k s

28.9.06

27.9.06

I wish tuna speak like him!

Yesh!

XXIII

- Olá bom dia! – disse o principezinho.
- Olá bom dia! – disse o vendedor.
Era um vendedor de comprimidos para tirar a sede. Toma-se um por semana e deixa-se de ter necessidade de beber.
- Porque é que andas a vender isso? – perguntou o principezinho.
- Porque é uma grande economia de tempo – respondeu o vendedor. – os cálculos foram feitos por peritos. Poupam-se cinquenta e três minutos por semana.
- E o que se faz com esses cinquenta e três minutos?
- Faz-se o que se quiser…
"Eu", pensou o principezinho, "eu cá se tivesse cinquenta e três minutos para gastar, punha-me era a andar muito de mansinho à procura de uma fonte…"
Saint-Exupéry
obrigada à marta!







good news

26.9.06

hoje
[e ontem]
no teatro académico de
gil vicente
às vinte e uma e trinta

apareçam
[encontramo-nos na primeira fila]
é sem dúvida imperdível!
I'm in love with sugar boots!!!

25.9.06

hoje
[e amanhã]
no teatro académico de
gil vicente

às vinte e uma e trinta


apareçam
[encontramo-nos na primeira fila]
tenho medo da memória traiçoeira.
guardo em jotapegue o que não quero perder para sempre
Photobucket - Video and Image Hosting
factor galvanizador do atraso de vida [...]

24.9.06

they [cunt] still run the world
...e por falar em fetiches, o senhor jarvis, como já mencionei, está por aí a aparecer com o seu primeiro álbum a solo. já corre pela web uma música, o vídeo. e a letra: Well did you hear, there’s a natural order. Those most deserving will end up with the most. That the cream cannot help but always rise up to the top, Well I say: Shit floats. If you thought things had changed,Friend you’d better think again, Bluntly put in the fewest of words, Cunts are still running the world, Cunts are still running the world. Now the working classes are obsolete,They are surplus to societies needs, So let ‘em all kill each other, And get it made overseas. That’s the word don’t you know, From the guys thats running the show, Lets be perfectly clear boys and girls, Cunts are still running the world, Cunts are still running the world. Oh feed your children on Cray fish and Lobster tails, Find a school near the top of the league, In theory I respect your right to exist, I will kill ya if you move in next to me, Ah it stinks, it sucks, it’s anthropologically unjust, But the takings are up by a third, Oh So Cunts are still running the world, Cunts are still running the world. Your free market is perfectly natural, Or do you think that I’m some kind of dummy, It’s the ideal way to order the world, Fuck the morals, does it make any money? And if you don’t like it? Then leave. Or use your right to protest on the street, Yeah, use your rights but don’t imagine that it’s heard, Oh no no, Cunts are still running the world, Cunts are still running the world. o senhor jarvis continua sem papas na língua.

five : fifty five

porque quereria eu este álbum?!
só porque quem canta é a filha do serge gainsbourg, as músicas são de air e as letras do neil hannon [amor/ódio] e do jarvis cocker???!!!

se fechar os olhos, é air! mas cantado pelo rosto de menina, tão próprio da charlotte [sometimes?!]!

dois a zero

é um treinador de futebol e disse
displicência. tenho quase a certeza. poderia mesmo jurar.

quem meus filhos beija
minha boca adoça

22.9.06

Banksy strikes again!

Desta vez, excedendo-se magnificamente, banksy adulterou centenas de cópias do cd de paris hilton. Alterou a música – usando remisturas suas, alterou os títulos, alterou as fotos! Já está disponível nessa internet de vídeos – youtube – o vídeo feito por banksy de toda a… obra de arte!

- a notícia
- as fotos

brilhante, brilhante, brilhante!
LED


dias vinte cinco e vinte seis de outubro, no teatro académico de gil vicente, a marionet volta aos palcos [e eu ao espaço intermédio!]

Segundo uma estimativa, o número total de electrões existentes no universo será de, pelo menos, 1079.

Aquilo que para muitos de nós se passa num computador quando o utilizamos é o que vemos através do écran e que vai respondendo às solicitações que introduzimos através do rato ou do teclado para a realização de uma determinada tarefa.
Mas o que se passará dentro daquela caixa que compõe aquilo a que chamamos computador? É a esta pergunta com que vos desafiamos a encontrar respostas. E como? Entrem no micro-mundo de um computador imaginado por nós. Escolhemos uma partícula elementar, um electrão, para fazer a viagem que podemos seguir ao longo de alguns dos componentes de um computador. O ponto de partida e o de chegada são a nossa imaginação. Pelo meio surgem algumas respostas mas há sobretudo perguntas, como por exemplo: o que é arrepender?

20.9.06

doença ou cura?!
[genético]

d e z o i t o d e o u t u b r o
S.l..o...w......d....o.....w......n
por vezes, perante uma sensação estranha, olho para trás e vejo o meu corpo debruçado sobre si mesmo. as mãos apoiadas pelos joelhos sustêm o corpo. ofegante diz-me, continua tu… eu já não aguento mais….

18.9.06

you can't allways get what you want...

17.9.06


We move like cagey tigers We couldn't get closer than this The way we walk The way we talk The way we stalk The way we kiss We slip through the streets While everyone sleeps Getting bigger and sleeker And wider and brighter We bite and scratch and scream all night Let's go and throw All the songs we know... Into the sea You and me All these years and no one heard I'll show you in spring It's a treacherous thing We missed you hissed the lovecats We're so wonderfully wonderfully wonderfully Wonderfully pretty! Oh you know that I'd do anything for you... We should have each other to tea huh? We should have each other with cream Then curl up by the fire And sleep for awhile It's the grooviest thing It's the perfect dream Into the sea You and me All these years and no one heard I'll show you in spring It's a treacherous thing We missed you hissed the lovecats We're so wonderfully wonderfully wonderfully Wonderfully pretty! Oh you know that I'd do anything for you... We should have each other to dinner huh? We should have each other with cream Then curl up in the fire Get up for awhile It's the grooviest thing It's the perfect dream Hand in hand Is the only way to land And always the right way round Not broken in pieces Like hated little meeces... How could we miss Someone as dumb as this? I love you... let's go... Oh... solid gone... How could we miss Someone as dumb as this?

banksy.
the love cats,
The Cure
vou fechar os olhos, ignorar a acelaração do batimento, e repetir baixinho para mim tudo se vuelve e se revuelve, tudo se vuelve e se revuelve, tudo se vuelve e se revuelve, tudo se vuelve e se revuelve, tudo se vuelve e se revuelve, tudo se vuelve e se revuelve...

Para a época era uma aparelhagem muito moderna! Tinha comando e até tinha luzinhas! Mostrava-se a toda a gente como o botão do volume circulava sozinho à ordem do comando. Apareceu lá em casa de surpresa e era o João que a ia pagar [mas não foi]. Era uma nokia [ainda nem se sonhava com telemóveis] preta como o design da época. Tinha dois decks, o hodierno leitor de compact disc, o inevitável rádio, e um gira discos. Comprou-se até um móvel próprio. Durante muitos anos aquela foi uma melhor amiga. Aquele quarto era o meu paraíso na terra. Os vinis rodavam vezes sem conta e os cd’s começavam a aparecer, comprar-se, emprestar-se, trocar-se. Gravava tudo em cassetes, muitas passeiam agora comigo no Mali. Gravava cassetes para mim. Gravava cassetes para toda a gente. Gravava cds e programas de rádio. Gravava os discos. Lembro-me especificamente de dois discos. Não, três. Três discos. Um de led zeppelin, que era do Pedro. O back in black dos ac/dc que era do João, e, também do João, the very best of james brown, que era o vinil mais girado por mim naquelas tardes em que o quarto se tornava meu. Lia as letras na capa, porque já tinha inglês e até tinha muito jeito e cantava até os apartes do senhor brown. Ainda hoje os sei de cor pela sequência daquela edição. E as músicas remetem-me para tardes de sol a entrarem pela grande janela que teimava em ter sempre aberta, o jardim algo despido, os utentes do posto médico a passar na sua cadência habitual e as ameixoeiras em flor num plano um pouco mais elevado. Quando o carro do João aparecia estacionado em frente à casa, era exactamente o tempo de arrumar tudo no sítio e sair do quarto até que o João aparecesse.

embrulhar é um verbo que me agrada!

contem bem! estão todos!

16.9.06

tenho medo

de cobras
de desencontros
do ângulo morto
da morte dos outros
da tradução das obras de dostoievski para brasileiro

[1]