25.1.10

os dizeres da D. Benedita #215

«Estava sentadinha na barra da cama a meter remédio para as formigas! Meti tanto remédio, tanto remédio que elas devem ter morrido até à 5ª geração!»

22.1.10

(2)HM01/10 nous attendons à un bon été

Photobucket

* Faubourg Saint-Denis, Paris je t'aime

21.1.10

coisas que eu leio no meu mail quando a marilyne me escreve e que me tocam no coração


«
porque isso da amizade tb se cultiva e tu és como um lindo pinheiro.
»


19.1.10

coisas

gostava de partilhar convosco - que fiz ontem pela primeira vez pão na máquina que me ofereceram há já mais de quatro meses - que senti um carinho genuíno pela máquina quando esta começou a misturar os ingredientes, em pequenos ciclos ligeiramente ruidosos - que o primeiro pão que fiz foi de sementes e que nem ficou nada mau [há seis pessoas que podem confirmar isto] - que hoje bebi o segundo café da minha vida! - que dei hoje pela primeira vez sangue sem desmaiar e que isso provoca uma inexplicável felicidade em mim - que no final do dia adornei a minha cabeça com uma bandolete branca e fui assistir a uma conferência pelo arquitecto de azevedo e silva - que formei, também hoje, uma sociedade secreta - que fui ao dicionário confirmar se era assim que se escrevia bandolete e fiquei na mesma

18.1.10


é assim que o Atum fica quando há promoções na gang of four!

mais promoções no sítio do costume [que não é o pingo doce]

Photobucket

17.1.10

à la facebook


Francisca Moreira comeu 4 crepes de chocolate enquanto António esfregava um olho!

16.1.10

mais vale prevenir do que remediar!

Os dizeres da D. Benedita #214

«O condutor era daqueles que vai sempre a enxugalhar a gente! Aquilo mais parece que vamos de barco do que de trólei!»

13.1.10

não tenho nadinha que calçar #35 quando vou à disco


gunas, mas em dolce e gabbana

Domingo, num centro comercial da cidade do porto, uma rapariga, dos seus vinte-e-alguma-coisa anos, de aspecto pseudo-aristocrático, compridos cabelos loiros apanhados num rabo-de-cavalo e formal casaco preto, fitou-me durante alguns segundos e perguntou-me, em tom provocatório - e algo agressivo – elevando o queixo, como os cães quando latem, “Estás com algum problema?!”.

Eu, que me deliciava pacífica e sorridente com um crepe de banana com chocolate, podia ter-me aproveitado da aparente boa vontade da jovem em ajudar-me nalguma dificuldade, para lhe expor toda a problemática imposta pelo comércio imobiliário. Os factores que inflacionam os preços deste mercado na cidade de coimbra, os spreads que os bancos praticam numa fase que o euribor atinge mínimos históricos, ou mesmo os acidentais ímpetos do meu manel no que toca a propostas de compra!

Mas, no meu alheamento àquela ambiência, e com o intuito de não dar demasiada confiança a uma estranha total, respondi-lhe apenas, com a calma de quem tem ainda a boca amaciada pelo chocolate, “Nada em que me possas ajudar, de certeza!

party aninal!!!

considerações

A D. Rosa trata o Atum e a Sardinha por o grande e o pequeno, respectivamente! Acha que a sardinha é pela paz e constata que o atum se esgueira muitas vezes p'ra baixo da cama!

11.1.10

the end of the world as we know it

That's the spirit!!!

Capote alentejano é moda na Europa

por Lusa

Capote alentejano é moda na Europa

José Alpedrinha orgulha-se de vender para França, Inglaterra e Canadá mas não deseja a popularização em demasia.

Os longos e quentes capotes alentejanos são por esta altura do ano muito procurados para fazer face às baixas temperaturas, mas nem todos se podem proteger da "cabeça aos pés" envergando este traje que já se exporta e chega até Paris, Londres ou Estados Unidos.

A única fábrica de capotes no sul do país localiza-se na freguesia de Santa Eulália, no concelho de Elvas. É ali que centenas de capotes começam a ser confeccionados logo no Verão para que nesta altura do ano possam ser vendidos.

José Alpedrinha (na foto) começou a fazer capotes quando tinha apenas 18 anos de idade. Aprendeu com o pai que era alfaiate e dirige a empresa alentejana que já assinala cinquenta anos de actividade. Na época alta de produção fazem entre quinze a vinte capotes por dia. Neste Inverno, a fábrica de José Alpedrinha já confeccionou mais de 700 capotes. "Já chegámos a ter na empresa 70 trabalhadores. Agora são só sete", conta José Alpedrinha, ao mesmo tempo que acrescenta que "o negócio vai bem e não tem sentido a crise". Os preços variam entre os 200 e os 300 euros, sendo mais caros os que têm gola de raposa.
O capote alentejano foi deixando as verdejantes planícies alentejanas e instalou-se no guarda-roupa das grandes cidades da Europa e metrópoles mundiais "há capotes feitos por mim em Paris, Londres e até na América, principalmente no Canadá onde faz mais frio".

Apesar do sucesso, José Alpedrinha recusa vulgarizar o uso desta peça, "gostava que se conservasse selectivo. Não concordo que seja generalizado e que cause impacto pela sua popularidade". José Alpedrinha orgulha-se de já ter vestido o capote alentejano a diversas individualidades. "O doutor Mário Soares, Jorge Sampaio, José Saramago, entre muitos outros".

5.1.10

descarga

eu odeio as alfândegas. eu odeio as alfândegas. eu odeio as alfândegas. eu odeio, odeio, odeio, odeio as alfândegas! eu odeio as alfândegas! eu detesto as alfândegas! eu quero que as alfândegas tenham pedras nos rins! eu abomino as alfândegas. eu quero que as alfândegas morram com os pés descalços!!! eu odeio as alfândegas! odeio. odeio. odeio. odeio. eu quero que as alfândegas caiam num poço de ácido! eu odeio-as!!! odeio as alfândegas!!!

30.12.09

o último dia

D. Benedita é só um pseudónimo que eu arranjei para uma senhora de cabelos brancos e sabedoria infinita que partilha comigo os seus dias há quase seis anos. É duma versatilidade que, durante as horas que passamos juntas, ela é minha irmã, amiga, mãe, filha, conselheira e confidente. Juntas acábamos namoros, apaixonámo-nos, vimos filhas entrar na universidade, comprámos casa, fomos avós, desiludimo-nos. Vimos filhas acabar o curso, casámos, desfolhámos enciclopédias, viajámos imenso, aprendemos a enviar mensagens, caímos no meio da rua, fizemos fisioterapia, vimos nascer centros comerciais da nossa janela, constipámo-nos e até tivemos gripe! Chorámos e demos imensas, imensas, imensas gargalhadas. Também tivemos acidentes de carro, perdemos chapéus de chuva e acendemos velas. Apoiámo-nos e fizemos exames de rotina! Assustámo-nos, sorrimos, preocupámo-nos e partilhámos imensas sensações, bolos e iogurtes. Hoje, essencialmente, chorámos.

Os dizeres da D. Benedita #213

«Eles hoje estão muita chamadita e muita niquita!»

Os dizeres da D. Benedita #212

«Ò alminha, não me atazanes! Atazanada ando eu...»

o nome mai lindo!



enviado daqui pela minha shoemakerzinha!

29.12.09

Os dizeres da D. Benedita #211

«Aquilo hoje está muito desbobinado!»

borbotos e barbelas


antes que o ano acabe - que eu já ando a fazer ameaças há muitos meses - deixo-vos aqui dois trabalhos e o caminho para o blog da Joana Rosa Bragança! eu apaixono-me por cada um dos seus trabalhos! disfrutem!

28.12.09

os dizeres da D. Benedita #210

«Ela há-de vir mais arramadinha!»

wussy



23.12.09

o que têm em comum uma corker e um panda

isto

Os dizeres da D. Benedita #209

«Aquilo disse que o homem não estava disponível, mas depois houve um renhónhó muito grande para a frente!»

juntemos as mãos