12.7.10

os dizeres da D. Milú #229

«A gente nunca percebeu que conta é que ele fez à argamassa…»

my tummy

5.7.10

1.7.10

os dizeres da D. Milú #228

«Dói-me o braço, dói-me a cruzeta, dói-me o ombro...»

não tenho nadinha que calçar #44 do ano do dragão

28.6.10


Preparem-se sofredores do mundo,
o tempo não é linear.






a máquina de fazer espanhóis,
valter hugo mãe


a d. alzira


- ...e já casaste, meu amor?!

- Sim, o ano passado.
- Ai!!! Não parece nada... estás tão bonita!!!


23.6.10

de salazar e de louco todos temos um pouco

Podemos dizer a um artista que não nos identificamos, ou que não entendemos, ou que não gostamos, simplesmente, daquilo que faz. Agora, achar que temos legitimidade para o impedir de fazer o que faz… isso é profundamente fascista.

22.6.10

a tua vida

Photobucket

21.6.10

o calor, o futebol e a música.

começou o verão. o simão marcou um golo contra a coreia do norte aos 53 minutos. comprei 4 cds de 73,92€ por 21,96!

o princípio de Milú

Encontrámo-nos junto dos semáforos. Eu esperava boleia, ela esperava o verde. Despedimo-nos e desejou-me um bom fim-de-semana enquanto se afastava para o outro lado da estrada. Quando ouviu a minha retribuição de um bom fim-de-semana, olhou para trás e perguntou numa retórica desalentada "Acha??!!". Eu encolhi os ombros algo atrapalhada. Passadas algumas horas ligou-me dizendo "Francisca, acabou...".

Até ao 12º dizer, havia uma ressalva de que D. Benedita era um nome fictício para ocultar a verdadeira identidade da Lurdinhas. D. Benedita era a mãe da Lurdinhas.
Depois de um forte período de sofrimento a D. Benedita faleceu no passado sábado. Por uma questão de respeito e para evitar situações de constrangimento que possam levar ao entristecimento da Lurdinhas, a partir de hoje os dizeres passam a ser da D. Milú. Nome porque carinhosamente tratam a Lurdinhas em ambiente familiar.

20.6.10

TNYT


a fotografia que o The New York Times escolheu para ilustrar o artigo da morte de Saramago é do João Cortesão. Grande.

17.6.10

é hoje!!!

15.6.10

Os dizeres da D. Benedita #227

«oh... aquilo antes era só champra couves, champra nabos, champra couves, champra nabos...»

google sneaker


twitter sneaker


14.6.10

Os dizeres da D. Benedita #226

«Ele fez aquilo tanto podia ser preto, como podia ser tinto!»

13.6.10

não tenho nadinha que calçar #42 que se assemelhe a um sapato


a santa missa


Ainda nem era gente em consciência e já ia todos os domingos à missa levada pelos meus pais. Nunca tive muito voto na matéria. Era aborrecido, mas não havia muito como contrariar. Deixavam-me brincar com escudos nas reentrâncias dos bancos da igreja. Imitava as pessoas que iam rezar nas capelas laterais, pedia sempre uma moeda para também poder colocar no cesto que percorria a igreja. E fazia a procissão até ao altar na altura da comunhão, com a diferença que voltava para trás sem nada na boca… Era muito tempo para uma criança tão activa como eu, mas não me recordo de fazer grande barulho ou incomodar alguém, excepto quando alguma moeda caía ao chão frio da igreja e deixava escapar um ruído difícil de disfarçar. Num outro estádio mais avançado já podia vir até à rua; Mantinha-me pelas escadarias das igrejas da cidade, rolava para um lado e para o outro, sem moedas. Via as pombas e as pessoas e ocasionalmente entrava dentro da igreja para poder ser controlada. Até à altura ninguém me explicara grande coisa. Sabia que aquelas eram sempre as casas do jesus, que não podia fazer barulho, que não podia comer do que as pessoas comiam quando iam ao altar e sabia que a partir do momento em que se trocavam beijos e passou-bens já não faltava muito para irmos para casa.