«A gente nunca percebeu que conta é que ele fez à argamassa…»
12.7.10
10.7.10
5.7.10
1.7.10
28.6.10
a d. alzira
- ...e já casaste, meu amor?!
- Sim, o ano passado.
- Ai!!! Não parece nada... estás tão bonita!!!
23.6.10
de salazar e de louco todos temos um pouco
22.6.10
21.6.10
o calor, o futebol e a música.
o princípio de Milú
Até ao 12º dizer, havia uma ressalva de que D. Benedita era um nome fictício para ocultar a verdadeira identidade da Lurdinhas. D. Benedita era a mãe da Lurdinhas.
Depois de um forte período de sofrimento a D. Benedita faleceu no passado sábado. Por uma questão de respeito e para evitar situações de constrangimento que possam levar ao entristecimento da Lurdinhas, a partir de hoje os dizeres passam a ser da D. Milú. Nome porque carinhosamente tratam a Lurdinhas em ambiente familiar.
20.6.10
TNYT
17.6.10
15.6.10
Os dizeres da D. Benedita #227
14.6.10
13.6.10
a santa missa
Ainda nem era gente em consciência e já ia todos os domingos à missa levada pelos meus pais. Nunca tive muito voto na matéria. Era aborrecido, mas não havia muito como contrariar. Deixavam-me brincar com escudos nas reentrâncias dos bancos da igreja. Imitava as pessoas que iam rezar nas capelas laterais, pedia sempre uma moeda para também poder colocar no cesto que percorria a igreja. E fazia a procissão até ao altar na altura da comunhão, com a diferença que voltava para trás sem nada na boca… Era muito tempo para uma criança tão activa como eu, mas não me recordo de fazer grande barulho ou incomodar alguém, excepto quando alguma moeda caía ao chão frio da igreja e deixava escapar um ruído difícil de disfarçar. Num outro estádio mais avançado já podia vir até à rua; Mantinha-me pelas escadarias das igrejas da cidade, rolava para um lado e para o outro, sem moedas. Via as pombas e as pessoas e ocasionalmente entrava dentro da igreja para poder ser controlada. Até à altura ninguém me explicara grande coisa. Sabia que aquelas eram sempre as casas do jesus, que não podia fazer barulho, que não podia comer do que as pessoas comiam quando iam ao altar e sabia que a partir do momento em que se trocavam beijos e passou-bens já não faltava muito para irmos para casa.
















