*home, she & him
30.4.11
29.4.11
dia do pedrinho
Hoje a família real inglesa tentou ofuscar o aniversário do pedrinho! Ou talvez não tenham encontrado um dia mais especial para se casarem que não fosse o mesmo do aniversário do meu irmão-do-coração. A minha vontade de escrever aqui umas palavras bonitas é infinita, mas o cansaço varreu-me qualquer ponta de inspiração. Então, numa excepcional batota, vou recolocar aqui as palavras de há 2 anos atrás, que são as que melhor descrevem o pedrinho e a nossa relação.
Aqui fica, em forma de recuerdo e de parabéns!
Eu e o Pedrinho somos uma família dentro da família. O Pedrinho não é só meu irmão. O Pedrinho é de tudo! O Pedrinho já foi inúmeras vezes meu pai. Até minha mãe o Pedrinho foi sendo! E também meu filho! Por vezes confunde-se com um melhor amigo. E agora até meu compadre é! Muita gente tem irmão, mas não tem a sorte de ter um Pedrinho. Às vezes pedem-me que explique. Não consigo… é maior do que nós. É entendermo-nos no silêncio e respeitarmos o irrespeitável. É adivinhar os sorrisos e saber de cor os gostos. É sempre, pelo menos, tentar. É a partilha no seu mais puro estado. É dar do que se pode e inventar o que não se tem. É ser tão bom como se fossemos nós. É querer tanto como se fosse a nós. É ser de frente o que é. É o esforço todo por um nada. Por vezes é simplesmente saber. É ter estado sempre lá quando mais ninguém sequer se lembrou. Foram os abraços nas vitórias e a força nos desânimos. Foi um contínuo acreditar. É ser o primeiro. É ser mesmo o único. E são sapatilhas. São muitas sapatilhas.
26.4.11
muitos meses numa semana
Nesta semana que passou, andei mais de bicicleta que em muitos meses da minha vida [o que eu amo cidades planas!], li mais que em muitos meses da minha vida! Dormi mais que em muitos meses da minha vida! Passei mais tempo com a natureza que em muitos meses da minha vida!
classe executiva
era uma vez uma família muito chata. o pai era muito chato. a mãe era muito chata. o filho era muito chato.
13.4.11
11.4.11
a insubjectividade da beleza está nos olhos dos que nos amam
Well you may not be beautiful
But it's not for me to judge
I don't know if you're beautiful
Because I love you too much
But it's not for me to judge
I don't know if you're beautiful
Because I love you too much
Stephin Merritt
[SM > RJ > FM > 53!]
have a nice day*
8.4.11
7.4.11
o suspense!
«Ontem estava a rezar e caiu-me o terço. Fiquei toda baralhada… já nem sabia em que mistério é que ia…»
25.3.11
18.3.11
o tempo
Não tenho tido grande tempo para vir aqui… e os acontecimentos vão-se passando sem que os registe… Não é por vocês, lamento – que nem sei o que vêm aqui fazer –, é por mim que acabo por usar isto como um daqueles diários que podem perfeitamente ficar em cima da mesa que os nossos irmãos mais velhos não vão encontrar nada de extraordinário.
O tempo é o que me tem faltado mais e isso ultimamente dói-me em particular. Aliás, ultimamente muitas coisas me têm doído… Não deixei de ser aquela pessoa feliz que parece que escreve livros de auto-ajuda sob um estranho pseudónimo [sim, uma vez disseram-me “Tu pareces tão irritantemente feliz… devias escrever livros de auto-ajuda!'']. Eu não sou irritantemente feliz. Aliás, até sou uma pessoa adorável, dificilmente irrito alguém! Também não serei a pessoa mais feliz do mundo! Tenho problemas, como muita gente e tenho cansaços e frustrações como tantos outros. Tenho muita sorte, mas também desdramatizo bastante as coisas e tenho uma saudável [pateta?!] tendência para relativizar o mau e enaltecer o bom! Posso não ter uma casa com piscina, mas pelo menos também não tenho um cancro no pulmão! É mais ou menos esta a minha filosofia de vida! À bom livro de auto-ajuda: dar valor ao que tenho!
E realmente eu tenho imenso de bom na vida! Se calhar ninguém queria a minha vida p'ra nada, mas eu também não a trocava com a de ninguém.
E isto tudo porque me tem faltado tempo.
22.2.11
20.2.11
igreja adventista do 53º dia
Estavam nesse dia, contas feitas, cinquenta e três religiões na praça, contando com os arménios e os jansenistas. Assinaram-se na mais pacífica atmosfera do mundo cinquenta e três milhões de negócios [...]
Miscelânea, Voltaire
17.2.11
o desarme
N. Nós vamos ao cabeleireiro mas é para tu te portares muito bem! Não é como da última vez!!!
F. Está bem, mãe! Eu prometo que me porto bem!
N. Mas portas mesmo?! Ou é como da outra vez?!
F. Não, mãe! Eu desta vez porto-me mesmo bem! Prometo de certeza absoluta!
[…]
N. Estou muito triste contigo!!! Tu prometeste que te ias portar bem e portaste-te muito mal!!!
F. Ò mãe, eu prometi que me ia portar bem, mas não disse que era hoje…
15.2.11
valentines day with a new shampoo for you
saiu ontem e o meu já vem a caminho!
felizmente há homens com o Gruff que se lembram de dar prendas no dia dos namorados!!!































