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| Obrigada Lurdes Lagarto! |
26.8.12
25.8.12
um episódio isolado
Um senhor, que toda a sua vida enganou a mulher, tem 2 filhas. A Catarina e a Vera. A Catarina é advogada, namora com um advogado preto que é o Rui, mas o pai dela não aceita o namoro. O pai do Rui é o Jeremias e é empregado do senhor que toda a sua vida enganou a mulher. A outra filha, a Vera, era casada com o Rodrigo e tinham um filho chamado João que foi raptado por um senhor chamado Emídio, que tem uma mãe loura e tem um caso com a Ana Padrão [mas ele não a ama!]. A Vera já se separou do Rodrigo e há um rapaz, chamado António, que anda a tentar a sua sorte com ela. O Rodrigo está apaixonado pela Vitória, que está a fazer de conta que afinal não o ama para ver se o Emídio lhe devolve o filho. Também há um casal, que tem um estabelecimento comercial, que usa expressões inglesas e tem uma filha que é lésbica, mas que tem medo de lhes contar. Mas não foi possível perceber até ao fim do episódio qual a relação deles com o senhor que toda a sua vida enganou a mulher...
E é isto! A emoção de um episódio de telenovela de alguém que não tem mais de quatro canais na casa de praia.
23.8.12
18.8.12
damn genetics
If dad was a miserable dick, unfortunately that means you’re more pre-disposed to be a miserable dick.
Mark Manson
11.8.12
10.8.12
1950. orfãos. tias. américa do sul.
Para levar para a praia, escolhi dois livros - de autores distintos - de entre muitos. O primeiro livro [praticamente] termina na américa do sul em 1950. O seu protagonista é um orfão que vivia com a tia. O segundo livro começa na américa do sul em 1950 e o personagem principal é um orfão que vive com a tia.
31.7.12
29.7.12
quem tem uma mãe, tem tudo!
- Vou ao cinema ver o Ted!
- Ok... O filme é giro, mas se calhar é um bocado pesado para ti... Eles dizem muitas asneiras e estão sempre a fumar droga...
- Então e depois?! Não tem mal nenhum!
- E também... se peidam muito...
- Olha, isso é que já não acho nada bonito!
26.7.12
25.7.12
17.7.12
16.7.12
13.7.12
Os dizeres da D. Milú #261
«Eu vou fazendo os exames para ver se eles me dão umas droguinhas para a dor atamancar.»
8.7.12
o meu mentor musical
o meu principal mentor musical faz hoje anos! o miguelinho começou muito cedo a mostrar-me música! e foi ele que me levou, muito catraia, a ouvir a ruc! gravava-me cassetes [na altura os cds ainda estavam a aparecer por cá e eram muito escassos], como o exemplar de cima, para eu ouvir e eu era uma miúda de ciclo já apaixonada por gun club, the sound, joy division e new order. [só sonic youth é que demorei mais a aceitar]. mas ele deu-me tudo o que eu precisava para ser uma boa ouvinte. a comunicação musical com os meus colegas não era fácil, mas entre o oitavo e o nono ano já tinha conseguido recolher pela escola uma mancheia de gente com quem partilhava estas preciosidades. [gente que também deverá ter tido um miguelinho na sua vida]. para além de todo um mundo de música que me deu a conhecer, também incutiu em mim o culto do objecto musical. especialmente vinis e cds deveriam sempre ser tratados com enorme cuidado. são obras de arte a estimar. e é por isso que a minha música não tem riscos, não tem capas partidas, nem rasgadas e alguns quase que ainda poderiam ser vendidos como novos. as minhas influências alargaram-se. também cheguei a ter o prazer de mostrar música nova [e boa, naturalmente!] ao miguelinho e ainda hoje trocamos referências com muita regularidade. da minha parte, é sempre seguro que gostarei daquilo que o miguelinho me mostrar. e ter-lhe-ei sempre uma dívida de gratidão por toda a música maravilhosa com que me tem presenteado ao longo da vida, mas muito especialmente com aquela que me presenteou na fase em que o nosso carácter se forma e aquilo que ouvimos pode definir quem somos para o resto da nossa vida!
7.7.12
3.7.12
estás aqui
eu sei que tu achas que não estás em lado nenhum. que acabou tudo. que foi o fim.
eu tenho a certeza que não quero acreditar nisso.
mas, mesmo que seja verdade, de uma forma ou de outra tu vais continuar sempre aqui.
parabéns.
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| Março 2012, ilford hp5 plus 400 |
2.7.12
sometimes second best is the best that you can get*
às vezes, por muito que nos esforcemos, parece que nunca vai valer a pena...
*seconds, Pulp
25.6.12
21.6.12
19.6.12
[...]
há mortes demasiado incompreensíveis e que provocam em nós uma revolta difícil de digerir... hoje mataram um amigo meu... é-me recorrente parar para confirmar se é realmente verdade... mas é... é indescritível o choque de uma morte assim... de um inocente, que foi vítima de um doente mental... e conhecendo-o, de certeza que tentou acalmar os ânimos, sem imaginar que acabaria morto... não é o meu melhor amigo. não é sequer dos meus amigos mais próximos. mas é meu amigo. conhecia-o há 15 anos. e isto pode parecer aquelas balelas que se dizem quando alguém morre, mas é a mais pura das realidades, nunca o vi com má cara. vi-o sempre com um sorriso que lhe era tão característico. conheci-o sempre humilde. sereno. animado. cheio de sonhos e projectos. sempre a viajar. sempre a caminho do mar. sempre a aproveitar a vida. sempre a animar-nos. com um coração cheio de bondade. e, os que são mais próximos do que eu lhe era, confirmam tudo isto e garantem muito mais. um ser humano exemplar. um amigo incansável vinte e quatro horas por dia. tive o prazer de ser sua amiga ao longo de todos estes anos e tive ainda o privilégio de nos últimos anos nos termos aproximado bastante para trabalharmos numa paixão que nos unia, a fotografia.
é assustador perceber que um dia acordamos para morrer. mas é essa a usual realidade. as mortes são de uma forma geral horríveis, mas esta rebentou comigo...
18.6.12
21 anos depois, Aung San Suu Kvi recebe o seu prémio Nobel!
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| Obey |
21 years later, the Nobel Peace Prize is finally where it belongs -- in the hands of Aung San Suu Kyi.
The Burmese human rights defender made history this weekend when she officially accepted the Nobel Peace Prize in Oslo, Norway. When Suu Kyi was originally awarded the Prize in 1991, she was under house arrest and couldn't accept it in person. She wasn't freed until November 2010 -- after years of international pressure and thousands upon thousands of letters from Amnesty activists like you demanding her release.
The Burmese human rights defender made history this weekend when she officially accepted the Nobel Peace Prize in Oslo, Norway. When Suu Kyi was originally awarded the Prize in 1991, she was under house arrest and couldn't accept it in person. She wasn't freed until November 2010 -- after years of international pressure and thousands upon thousands of letters from Amnesty activists like you demanding her release.
amnistia internacional











