8.3.13

Quem meus filhos beija...


«o marú ao pé dos teus é um pequeno Saúl!»

A.R.D.
8.3.2013

7.3.13

15 ou 53 anos depois

chegou. já posso ter filhos.

Uma razão para o fazeres*



Se não acorreres ao local, nunca poderás saber se quem grita por socorro o quer receber ou dar.


*Gonçalo M. Tavares
[breves notas sobre o medo]

Não tenho nadinha que calçar... no emprego!

C a l ç a d o     d e    t r a b a l h o !



Undercover “Middle Finger” Slip-On

Benefícios fiscais



“ […] vocês estão para o amor como os pequenos agricultores estão para a preservação ambiental e, tal como eles, deviam ser compensados fiscalmente por isso!”

ALM,
1 de Março de 2013

No Espectro da Fotografia

25.2.13

Crónicas de uma mal empregada #10

O meu chefe 1 e o meu chefe 2 são uns filhos da puta. Uns grandessíssimos filhos da puta.

24.2.13

Não tenho nadinha que calçar #80

Big Sean x adidas Pro Model II

23.2.13

Crónicas de uma mail empregada #9

Uma mulher com apenas 27 anos teve um cancro na mama e teve de fazer uma mastectomia [remoção completa da mama]. Como normal, assim que existe a possibilidade é feita a reconstrução mamária. Para que a mulher não fique sem peito – no caso do cancro ter atingido ambas as mamas – ou para que a mulher não fique só com uma mama, como no caso desta senhora.

Há 5 anos atrás a minha entidade patronal [que tem uma vertente de assistência médica] ajudou-a a custear as despesas da mastectomia. Há um ano atrás ajudou-a a custear uma cirurgia preliminar – uma preparação do corpo/pele para o implante mamário.

Agora que finalmente a senhora fez o dito implante, o meu chefe 1 não quer aceitar o financiamento deste procedimento médico, porque nada lhe garante que ela teve mesmo um cancro [!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!  3 ou 4 relatórios médicos e o facto de nós - entidade - termos acompanhado o processo desde o início não são prova suficiente] e porque ele conhece muitas gajas que fazem implantes destes para ficarem com o peito maior e que depois à noite se prostituem para os pagar…

Eu mereço um prémio por me conter e não pontapear o focinho de uma besta destas…

22.2.13

parabéns a... ?!

O 53º dia do ano costuma ser especial! Anos houve em que havia aqui belas menções no blog, planeavam-se coisas boas, diferentes, faziam-se jantaradas com os amigos! Afinal de contas, o 53º dia do ano é uma data MUITO especial. Este ano foi simplesmente uma merda.

21.2.13

Quizz

Quando um trabalhador e os seus direitos não são respeitados, quando são cometidas ilegalidades contra ele, quando é injustamente desfavorecido em relação a outros trabalhadores, quando lhe são infligidas vinganças pessoais, quando é objecto de perseguição, quando mentem para o difamar, como é que se chama aquela entidade à qual o trabalhador se deve dirigir para o ajudar?!...

20.2.13

os dizeres da D. Milú # 265 [um ano depois...]

«Esta é a fase do Se, Talvez, Provavelmente

13.2.13

Senhoras e senhores

O CIRCO DA FILHA-DA-PUTICE ESTÁ DE VOLTA!!!

Não tenho nadinha que calçar #79 do Keith Haring!


Keith Haring x Reebok Ex-O-Fit Plus Hi R13

12.2.13

Os dizeres da D. Milú #264

«Deixai vir para cá o outro cabardasca que vocês vão ver!»

Crónicas de uma mal empregada #8

O meu chefe 1 é tão burro e tão limitado que às vezes me dói a barriga de tanta ignorância que tenho de ingerir.

10.2.13

Uma semana conservadoramente positiva!


Miniver, o ministério da verdade!

Directiva Nº359/12. Portaria 8: "Todos os lares devem ter o medo instalado num prazo de 120 dias."

[...]

A instalação do medo é uma coisa rápida. Antes que dê por isso, já ele está instalado e pronto a usar. Antigamente levava anos. Agora, com as novas tecnologias, é apenas uma questão de minutos. 

[...]

(…) não cabe só a nós instalar o medo, é preciso também que haja, da parte dos concidadãos, um estado de disponibilidade mental (eu diria mesmo moral) para aceitar o medo.  

A instalação do medo, Rui Zink 2012

8.2.13

Perdoai-lhe, porque ela não sabe o que faz...*

*disse o Atum, a Sardinha, o Carapau e a Lula


«I haven't accused you yet!»

Crónicas de uma mal empregada #7

O meu chefe 2 proibiu-me de reciclar no meu local de trabalho.


Eu, visto que a entidade patronal não o faz, por iniciativa própria, consciência e civismo comecei a separar o lixo. Não é normal haver vidro, há algum plástico e IMENSO papel. Tinha apenas dois caixotes, um para papel, outro para plástico. Eu e a minha amiga IR éramos responsáveis por levar o conteúdo ao ecoponto [que fica a uns 100m do edifício onde trabalhamos…], quando os mesmos estivessem cheios. Os restantes colegas acabavam por também fazer a separação e ali reciclava-se tudo. 

Quando o chefe 2 percebeu que EU fazia reciclagem, mandou dizer que a partir daquele dia estava proibida de o fazer. O resultado é triste… O civismo e a consciência ainda não me podem controlar! Eu não consigo colocar no lixo comum um papel ou um plástico! A partir desse dia eu e a IR guardamos na carteira todo o lixo passível de ser reciclado e no final do dia de trabalho vamos até ao ecoponto depositá-lo. Os outros deixaram de reciclar…