27.8.13
26.8.13
Não tenho nadinha que calçar #87 que custe 1500$!
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+INCOMPARABLE+Bape + Nike AF1 |
Serão só 3 pares no mundo! As Air Force 1 serão feitas a partir de um casaco da Bape com este padrão [obviamente]. O forro vai ser em pele de carneiro. O logo nas línguas é feito a laser pela Absolelute. A preciosidade dita o preço! Se gosto? Gosto! Se dava 1500$ por elas?! Acho que não...
24.8.13
flipper
não me lembro de alguma vez ter tido umas férias tão férias.
talvez tenha tido. mas não me lembro. lembro-me bem destas.
já acabaram, mas foram umas férias à séria! eu merecia...
talvez tenha tido. mas não me lembro. lembro-me bem destas.
já acabaram, mas foram umas férias à séria! eu merecia...
23.8.13
Crónicas de uma mal empregada #19 e #20 [esta conta por dois!!!]
"Houve um sismo? Onde?
[...]
Ah! Se foi no México não faz mal que aquilo é só ciganos"
[...]
Ah! Se foi no México não faz mal que aquilo é só ciganos"
22.8.13
Crónicas de uma mal empregada #18
Na noite de 14 para 15 de Agosto sonhei que o sítio onde trabalho tinha sido demolido, ou tinha implodido, ou rebentado, ou explodido! Não sei. O que sei é que estava tudo em escombros!
21.8.13
11.8.13
quero-me morenar
I saw a friend of yours today
She called me over just to say "I dunno if you've seen her lately but God she's looking rough".
[...]
Find something else to do with your time & do it quickly while you've still got the chance.
She called me over just to say "I dunno if you've seen her lately but God she's looking rough".
[...]
Find something else to do with your time & do it quickly while you've still got the chance.
Have You Seen Her Lately?, Pulp
9.8.13
5.8.13
Tenho uma confissão a fazer...
Na realidade, eu até tenho qualquer coisinha que calçar... Não tenho muito, mas tenho qualquer coisinha...
2.8.13
1.8.13
e agora... um bocadinho pequenino de texto!
Declaração pública
Muitos de vocês já sabem, outros desconfiarão, muitos não farão a mais pequena ideia, mas…
Tomei conhecimento do Movimento Cidadãos por Coimbra no dia 24 de Fevereiro de 2013! Tendo em conta a total confiança que deposito na pessoa que o partilhou comigo, sabendo tudo o que tem feito por Coimbra e lendo as sete ideias fundamentais por que se regiam, não hesitei por momento algum assumir-me como apoiante deste movimento independente que pretendia ser candidato às eleições autárquicas!
Um dia, a coisa mais inesperada aconteceu, convidaram-me para fazer parte deste movimento! Mas uma parte muito activa! Pertencer à lista que se candidata à Câmara Municipal! Fiquei incrédula e baralhada. Eu sou “apenas” a Francisca. Eu não gosto de política e mal tenho tempo para respirar no meu dia-a-dia! E por azar, era mesmo isso que eles queriam! Simplesmente uma Francisca que sabiam activa. Eu fui chamada por ser uma cidadã que, na sua pequena escala, luta por uma cidade melhor. Por ser uma cidadã que decidiu ficar! Fui chamada, especialmente, porque tenho uma loja na baixa há 8 anos e luto diariamente com os meus sócios para que ela cresça! Porque sei quais os obstáculos com que nos deparamos! Porque tenho noção de muito do que é preciso! Porque tenho noção do pouco que fazem por nós! E pela primeira vez em 8 anos, alguém quis saber dos comerciantes da baixa, dos seus problemas, dificuldades, preocupações – alguém veio ter connosco e nos perguntou! Alguém nos mostrou propostas! Concretas! Concretizáveis!
Enquanto cidadã, já trabalhei e colaborei com imensos projectos. Destacando a companhia de teatro a Prensa, o jornal universitário de Coimbra, a equipa que revitalizou a secular revista Via Latina. Trabalhei no Magazine de Arte de Coimbra e Afins (MACA), trabalho há dez anos profissionalmente como fotógrafa da Marionet e trabalho com a associação cultural Lugar Comum, que está prestes a festejar o seu 5º ano de existência!
Reitero, não tenho quaisquer aspirações políticas! Quem me conhece sabe bem disso! E quem me conhece sabe também as horas de sono que tenho perdido na última década a trabalhar para bens comuns, deixando-me muitas vezes em segundo plano. E quem me conhece sabe também o quão absolutamente nada costumo receber por isso! Faço-o por amor! Por querer algo melhor para Coimbra, para todos!
De repente vejo-me enredada entre pessoas como eu. Que podem ser professores, ou administrativos, que podem ser estudantes, ou estar desempregados. Mas todos estão a lutar por Coimbra! Estão a inteirar-se dos problemas! Estão a ouvir os cidadãos! Estão a procurar e encontrar soluções!
Estas pessoas à minha volta não são políticas, são amantes da nossa cidade! E se calhar foi isso que faltou nestas últimas décadas, alguém que amasse realmente a cidade. E se me dizem que eu posso fazer uma pequena diferença nesta luta, então a minha posição não poderia ser outra do que arregaçar as mangas e meter as mãos ao trabalho! Porque sei que o pouco que posso dar, somado ao muito que todos podem dar, pode fazer de Coimbra a cidade que ela pode e merece ser! Grandiosa!
Eu sonho com uma Coimbra mais cultural! Com uma Coimbra que dê o devido valor e o merecido apoio a tantas instituições culturais que existem nesta cidade e tanto fazem por ela!
Eu sonho com uma Coimbra com uma baixa e uma alta reabilitadas e habitadas! Onde haja sempre movimento! Onde haja sempre vida!
Eu sonho com uma Coimbra em que as pessoas não tenham medo de atravessar as principais ruas da cidade às 8 da noite!
Eu sonho com uma Coimbra que faça das margens do Mondego um infindável parque verde, com infra-estruturas que sirvam os seus cidadãos! Que os aproxime da natureza e do desporto!
Eu sonho com uma Coimbra mais igual e mais atenta às necessidades específicas de muitos!
Eu sonho… muito!
Mas também já vi muitos sonhos tornarem-se realidade! É por isso que estou aqui, neste movimento! Para transformar sonhos em realidades!
Por favor, não me vejam como uma política, que nunca serei. Continuem a ver-me como a Francisca. Porque é ela que sou e serei; apenas com um pouco mais de trabalho a acumular! Eu sou uma Cidadã por Coimbra! E acredito que as pessoas estejam fartas de que sejam sempre os mesmos a gerir-nos. Sim, sou uma romântica e acredito que dia 29 de Setembro as pessoas vão votar no amor pela cidade e não, mais uma vez, num ciclo político viciado. Acredito que a grande percentagem de cidadãos que não tem votado, ao conhecer o nosso projecto, volte às urnas, porque afinal há uma alternativa!
Pelo romantismo, pelo amor, por Coimbra!
Francisca Moreira
Movimento dos Cidadãos por Coimbra
Muitos de vocês já sabem, outros desconfiarão, muitos não farão a mais pequena ideia, mas…
Tomei conhecimento do Movimento Cidadãos por Coimbra no dia 24 de Fevereiro de 2013! Tendo em conta a total confiança que deposito na pessoa que o partilhou comigo, sabendo tudo o que tem feito por Coimbra e lendo as sete ideias fundamentais por que se regiam, não hesitei por momento algum assumir-me como apoiante deste movimento independente que pretendia ser candidato às eleições autárquicas!
Um dia, a coisa mais inesperada aconteceu, convidaram-me para fazer parte deste movimento! Mas uma parte muito activa! Pertencer à lista que se candidata à Câmara Municipal! Fiquei incrédula e baralhada. Eu sou “apenas” a Francisca. Eu não gosto de política e mal tenho tempo para respirar no meu dia-a-dia! E por azar, era mesmo isso que eles queriam! Simplesmente uma Francisca que sabiam activa. Eu fui chamada por ser uma cidadã que, na sua pequena escala, luta por uma cidade melhor. Por ser uma cidadã que decidiu ficar! Fui chamada, especialmente, porque tenho uma loja na baixa há 8 anos e luto diariamente com os meus sócios para que ela cresça! Porque sei quais os obstáculos com que nos deparamos! Porque tenho noção de muito do que é preciso! Porque tenho noção do pouco que fazem por nós! E pela primeira vez em 8 anos, alguém quis saber dos comerciantes da baixa, dos seus problemas, dificuldades, preocupações – alguém veio ter connosco e nos perguntou! Alguém nos mostrou propostas! Concretas! Concretizáveis!
Enquanto cidadã, já trabalhei e colaborei com imensos projectos. Destacando a companhia de teatro a Prensa, o jornal universitário de Coimbra, a equipa que revitalizou a secular revista Via Latina. Trabalhei no Magazine de Arte de Coimbra e Afins (MACA), trabalho há dez anos profissionalmente como fotógrafa da Marionet e trabalho com a associação cultural Lugar Comum, que está prestes a festejar o seu 5º ano de existência!
Reitero, não tenho quaisquer aspirações políticas! Quem me conhece sabe bem disso! E quem me conhece sabe também as horas de sono que tenho perdido na última década a trabalhar para bens comuns, deixando-me muitas vezes em segundo plano. E quem me conhece sabe também o quão absolutamente nada costumo receber por isso! Faço-o por amor! Por querer algo melhor para Coimbra, para todos!
De repente vejo-me enredada entre pessoas como eu. Que podem ser professores, ou administrativos, que podem ser estudantes, ou estar desempregados. Mas todos estão a lutar por Coimbra! Estão a inteirar-se dos problemas! Estão a ouvir os cidadãos! Estão a procurar e encontrar soluções!
Estas pessoas à minha volta não são políticas, são amantes da nossa cidade! E se calhar foi isso que faltou nestas últimas décadas, alguém que amasse realmente a cidade. E se me dizem que eu posso fazer uma pequena diferença nesta luta, então a minha posição não poderia ser outra do que arregaçar as mangas e meter as mãos ao trabalho! Porque sei que o pouco que posso dar, somado ao muito que todos podem dar, pode fazer de Coimbra a cidade que ela pode e merece ser! Grandiosa!
Eu sonho com uma Coimbra mais cultural! Com uma Coimbra que dê o devido valor e o merecido apoio a tantas instituições culturais que existem nesta cidade e tanto fazem por ela!
Eu sonho com uma Coimbra com uma baixa e uma alta reabilitadas e habitadas! Onde haja sempre movimento! Onde haja sempre vida!
Eu sonho com uma Coimbra em que as pessoas não tenham medo de atravessar as principais ruas da cidade às 8 da noite!
Eu sonho com uma Coimbra que faça das margens do Mondego um infindável parque verde, com infra-estruturas que sirvam os seus cidadãos! Que os aproxime da natureza e do desporto!
Eu sonho com uma Coimbra mais igual e mais atenta às necessidades específicas de muitos!
Eu sonho… muito!
Mas também já vi muitos sonhos tornarem-se realidade! É por isso que estou aqui, neste movimento! Para transformar sonhos em realidades!
Por favor, não me vejam como uma política, que nunca serei. Continuem a ver-me como a Francisca. Porque é ela que sou e serei; apenas com um pouco mais de trabalho a acumular! Eu sou uma Cidadã por Coimbra! E acredito que as pessoas estejam fartas de que sejam sempre os mesmos a gerir-nos. Sim, sou uma romântica e acredito que dia 29 de Setembro as pessoas vão votar no amor pela cidade e não, mais uma vez, num ciclo político viciado. Acredito que a grande percentagem de cidadãos que não tem votado, ao conhecer o nosso projecto, volte às urnas, porque afinal há uma alternativa!
Pelo romantismo, pelo amor, por Coimbra!
Francisca Moreira
Movimento dos Cidadãos por Coimbra
Há-os assim!
"É
o indivíduo que não está interessado no seu semelhante quem tem as
maiores dificuldades na vida e causa os maiores males aos outros. É
entre tais indivíduos que se verificam todos os fracassos humanos"
28.7.13
No dia 17 de Julho, foi mais ou menos assim
“Coimbra com Centro, Um Centro com Gente” foi
o mote para o debate realizado na noite de 17 de Julho pelo Movimento
Cidadãos por Coimbra sobre Reabilitação Urbana. Mais de meia centena de
cidadãos fizeram questão de ocupar simbolicamente e tornar vivo o
Terreiro da Erva. Situado junto às ruínas e crateras abertas na Baixa de
Coimbra pelas demolições realizadas a pretexto da vinda do Metro de
Superfície, a poucos metros da R. da Sofia, classificada de Património
Mundial, mas em elevado estado de degradação e abandono, este espaço
degradado da Baixa poderia ser um dos focos de uma intervenção exemplar,
no sentido de requalificar e revivificar o centro histórico, em
particular a partir da economia criativa.
A
reabilitação do centro histórico foi considerada unanimemente pelos
intervenientes como a prioridade das prioridades para Coimbra, para a
qual é necessária uma forte vontade e decisão política e planos de acção
concertados em várias áreas no sentido de trazer gente para a Baixa e a
Alta. Sem a promoção da habitação, considerou o candidato à Presidência
da Câmara, José Augusto Ferreira da Silva, não será possível recuperar o
centro histórico e a classificação como “Património Mundial” não
passará de um título vazio.
José
António Bandeirinha, arquitecto e candidato à Assembleia Municipal,
sublinhou a importância e o valor de Coimbra como eixo articulador do
território situado entre as áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, bem
como do território que se estende para as cidades do interior e até no
contexto ibérico. Para exercer este papel, fundamental numa perspectiva
de desenvolvimento, Coimbra necessita, segundo Bandeirinha, de
densificar e consolidar um centro que se estende a toda a cidade
infra-estruturada. Rejeitando políticas que continuam a optar pelo
licenciamento de construção nova em zonas periféricas que promovem o
desmembramento da cidade e tornam incomportáveis o custo da extensão de
infra-estruturas e da gestão de outros serviços, Bandeirinha sublinhou
que a requalificação do centro passa por intervenções de qualidade no
edificado e, sobretudo, pela intervenção no espaço público. Segundo o
arquitecto, é indispensável vontade política para que os serviços
públicos de âmbito local, regional e nacional não abandonem o centro,
como tem vindo a acontecer, preservando-se assim as âncoras que trazem
as pessoas ao núcleo da cidade. Sublinhou ainda que a intervenção no
espaço público não pode ser uma questão de gosto, mas uma intervenção
inclusiva, com atenção às acessibilidades, que permita a todos/as os/as
cidadãos/ãs sentir e apropriar-se desse espaço como seu. Para
Bandeirinha, património é exactamente esse espaço vivo e ocupado com o
qual todos/as nos relacionamos.
No
mesmo sentido, Luísa Bebiano Correia, arquitecta candidata à Assembleia
de Freguesia de Santo António dos Olivais, advertiu para os perigos da
transformação do “património” num espaço musealizado e mercantilizável,
para consumo turístico, secundarizando a sua dimensão viva. A partir de
um estudo que realizou na pequena fábrica de louça pintada à mão que
funcionava no Terreiro da Erva, Luísa Bebiano reflectiu sobre o papel da
arquitectura na intervenção sobre espaços e edifícios que carregam
consigo a memória de quem os habitou, neles trabalhou, sobre eles pensou
e neles viveu percursos diversos. O trabalho de arquitecto
transforma-se, assim, num olhar e ouvir e numa relação de afecto.
Salientou como a fábrica desactivada foi já objeto de um projecto na
área da arquitectura e do design, proposto à Câmara Municipal de
Coimbra, inclusivamente com propostas de outras intervenções de
reabilitação no Terreiro da Erva, e que esta tem sucessiva e
absurdamente recusado. Para Luísa Bebiano, os edifícios vazios,
degradados e entregues à especulação devem ser sujeitos a políticas de
expropriação e de ocupação ativa, nomeadamente para e por pessoas sem
habitação, no contexto da crise atual. Esta ocupação ativa tem ainda a
vantagem de transformar os edifícios em lugares de afetos, dado o
envolvimento colectivo na sua reabilitação. Segundo a arquitecta, a
reabilitação do centro tem de passar por intervenções de diversas áreas,
nas quais a cultura assuma papel central.
Por
fim, Francisca Moreira, estudante, descreveu a sua experiência como
comerciante da Baixa, proprietária da loja “Gang of Four”, sita
inicialmente no Terreiro da Erva e depois na rua Visconde da Luz.
Francisca Moreira descreveu os obstáculos quase intransponíveis que
enfrenta quem quer instalar negócios na Baixa, os quais começam no preço
extremamente elevado das rendas dos espaços e se estendem às condições
absurdas impostas pela burocracia camarária, passando pela insegurança
devida à falta de gente na Baixa e à falta de policiamento adequado.
Elogiando iniciativas como as “Noites Brancas”, da Agência para a
Promoção da Baixa, Francisca Moreira propôs a captação de lojas âncora
pela Câmara e salientou a necessidade de os comerciantes se empenharem e
colaborarem em rede, de modo a criar sinergias que o fortaleçam na
concorrência com os centros comerciais, aos quais os poderes camarários
atribuem todo o tipo de facilidades que não concedem aos empresários no
centro histórico.
O
debate que se seguiu deu voz a intervenções pertinentes da plateia.
Entre outros, Pedro Bingre, candidato à Câmara Municipal, reforçou a
necessidade de promover a habitação, num contexto historicamente novo
que é o da desvalorização do imobiliário e da crise do sector da
construção, criando, como propõe o Movimento Cidadãos por Coimbra, uma
Agência Municipal de Arrendamento. Serafim Duarte, candidato à
Assembleia Municipal de Coimbra, chamou a atenção para o abandono dos
Colégios da Rua da Sofia, sugerindo a sua recondução à função
historicamente original de residências universitárias, o que permitiria
trazer gente para a Baixa. Chamou ainda a atenção para a falta de
operatividade da Sociedade de Reabilitação Urbana, nomeadamente na perda
de várias oportunidades de candidatura a fundos europeus para a
reabilitação urbana. António Luís Quintans, comerciante, fez o historial
da decadência do comércio na Baixa, responsabilizando os poderes
públicos pelo desleixo que leva ao encerramento de lojas durante vários
anos e pela falta de regulação, entre outros, dos valores do
arrendamento de espaços comerciais.
27.7.13
26.7.13
o minuto trinta e um, das dezassete horas da passada sexta-feira, foi o primeiro minuto do resto da minha vida
NUNCA me senti tão feliz e aliviada por estar de férias. E não se fala mais nisso.
25.7.13
24.7.13
Advertências
Dormir menos de 4 horas durante vários dias seguidos pode causar sonolência. Em casos extremos, pode mesmo chegar a provocar cansaço.
Hip hip Hooray
O meu computador esteve quase 3 semanas sem dar tilt!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Finalmente voltou ao normal. Desta vez parece aquele papel para treinar caligrafia!
[mas em ponto muito pequenino]
E pode-vos parecer estranho, ou má vontade, mas sinto uma dificuldade acrescida em ler notícias e e-mails e até, imaginem, trabalhar com programas! Ele há coisas...
Finalmente voltou ao normal. Desta vez parece aquele papel para treinar caligrafia!
[mas em ponto muito pequenino]
E pode-vos parecer estranho, ou má vontade, mas sinto uma dificuldade acrescida em ler notícias e e-mails e até, imaginem, trabalhar com programas! Ele há coisas...
Obrigada, obrigada, obrigada [ler com voz de amália]
Chegámos às duas. De rastos. Ao fim de horas de trabalho... Mas o circo ficou montado! Em breve darei notícias!
23.7.13
Crónicas de uma mal empregada #16
A minha colega, a única que está a trabalhar comigo, passa o
dia todo a falar sozinha. E exalta-se imenso! Atira questões para o ar, que às vezes ainda julgo que são para mim. Mas não são. E ralha com os documentos e com pessoas - que não estão lá, que ela nem sabe quem são! Ao fim de 49h
isto começa a ser deveras cansativo…
amores de verão
foi há quase um ano. nunca mais lhe escrevi...
e agora dizem-me que eu tenho dois amores.
S. isto começam a ser coincidências a mais...




















