28.1.08

indie songs don't lie

Quando as iniciativas têm sumo de paixão, valem sempre a pena. Especialmente quando se trata de música indie!!! O Ricardo Mariano – do Vidro Azul, a Carla Lopes e o Pedro Sousa – do Metro e a Sara Mendes – do Narita, em co-produção com o TAGV, não se limitaram a organizar e oferecer a possibilidade de uma noite de música indie folk com dois bons e promissores nomes: Magic Arm e Ola Podrida. Prepararam para essa tarde uma conversa aberta intitulada "Os territórios indie e as suas fronteiras"! Convidaram para o efeito o escritor Valter Hugo Mãe [da casadeosso] - que tive a felicidade de descobrir há alguns anos no prefácio de um livro da Adília Lopes e que é um fã assumido de Isabelle Chase Otelo Saraiva de Carvalho, o jornalista do Público, João Bonifácio, Rodrigo Cardoso, da Borland e a fantástica Rita Moreira, actualmente locutora da rádio oxigénio e voz do canal Biography Channel - que tive a honra de ter como mentora de curso de programação da RUC há uns bons anos atrás.
À noite, no pós concerto, acolhem-nos no Salão Brazil onde na mesma toada nos iram dar música pela noite dentro!
Mais do que um convite, fica a sugestão de não perderem a oportunidade de estar presentes neste evento. Dia 16 de Fevereiro em Coimbra!

5 comentários:

martinha. disse...

e lá estarei...contigo!:)

Tinta no Bolso disse...

a menina é só dias e pontas por onde pegar. eu que já ando perdido ainda mais me vou perder.

desde o topo dos posts, alguns já conheço. os outro vou tentar conhecer...

franksy! disse...

PrinceZa, tu estás SEMPRE comigo! ;)

Tinta, não queres vir???!!!

Tinta no Bolso disse...

continuo perdido, onde estou, quem sou, porque estou aqui, porque sou assim? para onde vou e porque caminho? porque é que o calimero tem uma casca de ovo na cabeça, quando já podia ter passado num centro comercial e comprado um chapéu?

franksy! disse...

estás no bolso! és tinta! és assim porque precisamos de escrever! caminhas da barriga da caneta para o bico! quanto ao calimero, não digo que comprasse um chapéu, mas bem que podia tirar aquela casaca da cabeça!